14/10/05

Esta é pr'ó meu bloguista preferido!;-)


Andas a defraudar-me, pá!
Que raio de produtividade é essa?
Nenhuma, digo-te eu que te busco todos os dias!
Isso assim não pode ser, há que fazer pela vida, pá!
...pela minha, pelo menos...
que preciso de letras, palavras, frases, textos, livros que me alimentem...

Bem, vou dar-te mais um tempinho de recuperação, mas...quero ver essa verve ao rubro!
Ou andas com outras criatividades que te (me) roubam daqui...?
;-) ... :-*



[Imagem in DAMES ANNEES 90(2)]


***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

13/10/05

'CITIZEN VERDICT'

«Sam Patterson (Armand Assante) é um respeitado professor de direito que tenta sobreviver a um dispendioso processo de divórcio quando Rockman lhe faz uma proposta para ser advogado de defesa num programa de reality show. O público do programa acaba por votar favoravelmente à execução do réu, mas Sam tem indícios de que a votação foi manipulada....Sapo Lusomundo


...depois dos big's brothers de todo o tipo, do mais nojento ao mais abjecto, e quando se pensa que nada mais nos espantara...um dia destes ainda vamos ter este...!:->

(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

12/10/05

E, por falar em Almada...




Ainda estamos para perceber se isto vai servir para mais que para fazer turismo... a ver vamos...:->












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(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

E, desde então, pouco ou nada mudou...


Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito Einstein, Albert

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(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

Desde '97 a burricada multiplicou-se a olhos vistos!...:->



A UM BURRO CIBERNÉTICO
DA COSTA DA CAPARICA
QUE RESPONDE AO NOME
DE TOTAKI TOTAPOLOS

Ele há coisas que acontecem
Que deixam um homem pasmado
Agora até aparecem
Burros em frente ao teclado

Rapazes isto promete
Já ouvi aqui um zurro
Um asno na internet
Não passa dum ciberburro

As árvores genealógicas
De burros faço-as também
“Totó” da parte do pai
“Polos” é mister da mãe

A mãe está desculpada
Nunca me fez mal nenhum
É que uma besta quadrada
Pode parir qualquer um

Isto aqui não há marosca
É como digo maralha
Este burro está com a mosca
Ou então cheira-lhe a palha

Não te vás que é uma perda
És uma besta esforçada
Deve ser de carregar m...
Da Costa ao centro de Almada

1997-02-17
Aníbal Raposo, in A palavra e o canto
Textos e poemas do autor


[...como desde logo te fiz saber...só não te desculpo as referências às minhas queridas
Almada
, terra onde nasci (zona antiga, a caminho do Castelo)
Elevador da Boca do Vento, a modernidade que deixa muito a desejar...
e Costa da Caparica A praia A mata (dos Medos)
...obrigada, pelas (re)memorizações...;-) :-*



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(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW


10/10/05

cop&pastado do Murcon


Amigo

Mal nos conhecemos

Inaugurámos a palavra "amigo".


"Amigo" é um sorriso

De boca em boca,

Um olhar bem limpo,

Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,

Um coração pronto a pulsar

Na nossa mão!


"Amigo" (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
"Amigo" é o contrário de inimigo!


"Amigo" é o erro corrigido,

Não o erro perseguido, explorado,

É a verdade partilhada, praticada.


"Amigo" é a solidão derrotada!


"Amigo" é uma grande tarefa,

Um trabalho sem fim,

Um espaço útil, um tempo fértil,

"Amigo" vai ser, é já uma grande festa!


Alexandre O'Neill, Poesias Completas



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(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

Carta Aberta a uma 'fatinha' exemplar...


«Fatinha,


Permite-me que te chame assim. Porque, enquanto te chamar "Fatinha", não te estou a chamar outros nomes que talvez fossem mais apropriados e que, se formos sinceros, tu bem fizeste por merecer. Antes de mais nada, deixa-me dar-te as boas-vindas neste teu regresso à pátria que durante tanto tempo trocaste pelas branduras tropicais do Rio de Janeiro. Sentimos a tua falta. Nós, os que verdadeiramente sabem apreciar o teu talento (e somos muitos). Não me refiro à matilha pavloviana que aguardou ansiosamente o teu regresso a Felgueiras e que acorreu em massa às urnas para te devolver ao poleiro que é teu por direito e pelo próprio nome que ostentas. Nós somos diferentes. Somos os que sabem reconhecer o génio e a grandiosidade de um gesto como fugir à polícia para fora do país e depois, ainda as tuas pegadas não tinham sido varridas do aeroporto, dizer em conferência de imprensa que te puseste na proverbial alheta para impedir que te fizessem uma
injustiça, pondo-te em prisão preventiva por perigo de fuga e em conjunto com criminosos comuns. E tinhas razão. O que tens tu de criminosa comum? Comum é a gentalha de cuja ingenuidade e ignorância sempre soubeste aproveitar-te para benefício próprio e dos que te são próximos. Um criminoso comum dá o golpe e foge para uma barraca abandonada na Cova da Moura. Não poderá nunca dar golpes consecutivos durante anos, exercendo um cargo público e dando-se ao luxo de fugir para Copacabana. De comum isso não tem nada. E o que nos rimos quando apareceste na televisão com a pele amorenada pelo Sol, de cabelo aprumado e aparelho nos dentes (como se a fuga fosse um regresso à descontracção e preocupações estéticas típicas da adolescência) ao lado daquele palerma brasileiro que muitos acreditaram ser o teu advogado. O teu advogado aquilo ? Como se aquela criatura algum dia conseguisse atar os próprios sapatos sózinho sem acabar enforcado num atacador, quanto mais convencer alguém a contratá-lo para fins de representação jurídica. Mas ele lá ia aparecendo a teu lado nas conferências de imprensa que davas nos intervalos da praia, dizendo as alarvidades por ti concebidas para diversão dos teus concidadãos. Fazias aquele ar ultrajado de donzela apalpada e berravas que não ias descansar enquanto não se fizesse justiça, apelavas aos teus felgueirenses de estimação para não desesperarem porque tu voltarias por eles (sempre por eles, pobres simplórios) e que cabia à justiça (a justiça à qual tu fugiste) assegurar-se de que estavam reunidas as condições para que o regresso acontecesse. A teu lado, o "advogado" ia vociferando disparates jurídicos sobre habeas corpus e quejandos. Tu lembras-te do habeas corpus? Que saudades. E agora, eis-te finalmente regressada. Soubeste fazê-lo na altura certa, aproveitando o movimento de recandidatura ("Movimento Sempre Presente" pois sim... que graça) que te permitiria gozar de uma saborosa imunidade enquanto durasse a campanha eleitoral. Permitindo-te até não dizer logo se assumias ou não a candidatura à frente da qual puseste os teus melhores macaquinhos amestrados para parecer que não tens qualquer ânsia de poder, guardando esse momento para mais tarde, para quando o "povo" começasse a exigir-te que avançasses e que pudesses fazer-lhe a vontade, qual Dom Sebastião finalmente regressado e trocando a armadura por um casaco de peles. O mais brilhante nisto tudo foi teres sido tu a pedir a tua própria detenção à chegada a Portugal. Tamanho espírito de abnegação nunca antes foi visto. E o golpe de génio de pedir a revisão da prisão preventiva que te foi aplicada porque, afinal, já não podes interferir no processo e até não há perigo de fuga porque voltaste de livre e espontânea vontade. Repara bem nisto: não há perigo de fuga porque regressaste de livre e espontânea vontade do Brasil para onde fugiste há mais de dois anos. Se isto não é genial, não sei o que será. E realmente não há perigo de fuga. Porque sabes bem que não precisarás de fugir outra vez. Conheces bem a justiça que temos. O único incómodo era passar uns meses dentro até ser julgada. Depois do julgamento, poderás ir à tua vidinha declarada inocente com provas ou culpada sem elas. E, afinal, de que te acusam? De te teres favorecido a ti própria, à tua família e aos amigos e conhecidos com dinheiro que não era teu? E daí? Não é essa uma das compensações informais de uma vida dedicada à administração autárquica? Pois, se não se puder desviar uns cobres para o próprio bolso, uns carros de grande cilindrada, umas vivendas com piscina e uns biscates jeitosos para a família e para os que nos são queridos, é suposto dar-se alguém por satisfeito com o reles salário de presidente da câmara? Isso não cabe na cabeça de ninguém. Que sejas muito bem-vinda a casa, Fátima. Sei que ainda vais dar muito que falar.

Um abraço sentido de um admirador dedicado»

fora-de-lei disse...at 10.10.05, 12:34 PM in Murcon

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(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

09/10/05

E ainda só vamos nas 20:33PM...pois!:->





(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

Bem, na sequência do meu post anterior...


...lá vou eu cumprir com o meu dever que, cada vez mais, se afasta do prazer de exercer um direito conquistado com tão duras penas por outros mais que por mim que as já não apanhei no seu pior...





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06/10/05


«A Estupidez


Se a estupidez, com efeito vista por dentro, não se confundisse com o talento, se, vista por fora, não tivesse todas as aparências do progresso, do génio, da esperança, ninguém desejaria ser estúpido e não existiria a estupidez. Pelo menos seria muito fácil combatê-la. O pior é que ela tem qualquer coisa de extraordinariamente natural e convincente. Por isso, quanto alguém considera um cromo mais artístico do que um quadro a óleo, este juízo comporta uma parte de verdade muito mais simples de demonstrar que o génio de Van Gogh. Da mesma forma se torna muito mais fácil e rentável ser-se um dramaturgo muito mais poderoso do que Shakespeare, um romancista mais igual do que Goethe; um bom lugar-comum é sempre mais humano que uma nova descoberta. Não surge um único pensamento importante do qual a estupidez não saiba imediatamente aproveitar-se, ela pode mover-se em qualquer direcção e assumir todos os trajes da verdade. A verdade, essa só tem um traje, um só caminho, por isso fica sempre de pior partido.


Robert Musil, in O Homem sem Qualidades»
[Fonte:Silêncio
a leitura é também autobiográfica



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04/10/05

tesss...tesss...


«era mesmo só isto que queria dizer...
ninguem me entende...»



ok!, pronto...anotado!, mas...agora estou a tratar de elaborar um outro blog...talvez não tão bonit[inh]o [grrrrr] mas...enfim!:->







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30/09/05

E dado que o mundo continua de pernas pró ar...



...e o VERÃO insiste em continuar...
e muito bem, pra mim...
que prá seca está dramático!

...então, me vou até à ...praia, claro!, mas...
[esta não sou eu, heinnnnn!?!!!:->]







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29/09/05

Um dia a casa - esta Europa bolorenta! - vem abaixo!


...ai vem, vem!

Imigrantes subsarianos, envolvidos no incidente desta madrugada, num abrigo temporário em Ceuta

Cinco mortos e cem feridos

Avalancha de imigrantes ilegais tomou de assalto Ceuta... Cinco pessoas morreram e cem ficaram feridas (...)
A Comissão Europeia considera que os incidentes na fronteira entre Ceuta e Marrocos demonstraram a necessidade de uma "resposta comunitária". (...) [Fonte: SIC online]


...pois, então não se encontre uma "resposta comunitária" adequada, com base nos direitos humanos e na justiça social que proteja os mais fracos da ganância dos mais fortes e logo se vai ver onde irá parar este mundinho de faz de conta de chauvinismos bacocos...


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lol
You're a lollipop!!
You're known for your coolness,

for you are a trend setter.
You're a natural
leader,
and are good under pressure.

People
often seek you out for advice,
for you have
great insight.


Which kind of candy are you?
brought to you by Quizilla

...oh my god!!!:->


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Como é que é possível, meus deuses!?????!

Munch, The Scream, 1893



Seis pessoas, entre as quais cinco crianças, morreram esta quinta-feira num incêndio no Bairro do Fim do Mundo, em Cascais(...)
O incêndio deflagrou às 05:20 horas numa barraca do bairro, desconhecendo-se ainda as causas do incidente, adiantou a mesma fonte.
Segundo a fonte dos bombeiros, as vítimas mortais são uma mulher de 39 anos, duas jovens de 19 anos, duas meninas, de 16 e 10 anos, e dois meninos de 10 e cinco anos.
(...)
O Bairro do Fim do Mundo é uma zona de barracas à saída de São João do Estoril.


S. Pedro do Estoril...Cascais...a zona, por excelência, do capital lisboeta!...ganho nos jogos de engenharia financeira, ou perdido nas roletas do prazer...é mesmo o fim do mundo!:-(
...e não se pode implodi-los!???!

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28/09/05

Porque recuso abandonar o lugar de...

...leitora predilecta!;-)

...mas não só!

Ducruet, LES PEINTURES 1972- ANNEES 2000 (Préface de Michel SICARD)


«(...) albardem-se os burros à vontade dos donos!!! Nada mais quero nos dias de hoje, que não seja ser um triunfador solitário. Socialmente uivando e bramindo na ocasião pública se for caso para tanto. Mas adiante, que é urgente o que quer que seja ou mais tenha de ser, porque mesmo para a estupidez, no mundo actual, também tem de existir pressa.»


# posted by elmano @ 9/28/2005


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27/09/05

Este post destina-se a homenagear...


...todos os que aqui chegam pelas razões erradas e partem com as certas; e pelo tempo que aqui permanecem...
um beijo!;-)









Um site a visitar...




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Desculpem-me...


...se preciso que alguns existam!










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Vejam-me este primor!


...até parece escrito para português ler...:->

...e quanto ao que refere sobre a soberania felina...nada mais a acrescentar!

O GATO? É UM GATO

Deveras que um gato (quem troca tais idéias comigo é o amigo Lucas Baldus) não é um ser muito dado a conferências, palestras e outros afazeres acadêmicos. Tarefa tortuosa seria imaginar um gato às vésperas de defender uma dissertação de mestrado ou uma tese de doutorado. Deveras que não. Tais miaus não lhe agradam nem lhe apetecem. Um gato — ora vejam — é mesmo só um gato.

E já seria muito. É muito. Imaginar por exemplo um gato jornalista — e jornalismo hoje é o império da tagarelice e do boquirrotismo — é algo inconcebível. Gato é figura a suscitar o silêncio, a elegância, a independência, o livre arbítrio, a consciência límpida. Além do mais, gato não possui patrão e nem veicula idéias e palavras ao sabor ideológico deste ou daquele grupo, desta ou daquela facção. Deveras que não. Um gato jamais poderia ser um jornalista.


Mais ainda. Convenhamos. Ora. Já imaginaram um gato deputado, um gato senador, um gato vereador, um gato presidente? Pois dizemos (Lucas Baldus e eu): tais miaus não lhe agradam nem lhe apetecem. O que menos possui hoje um político (aqui ou acolá, lá ou algures) é o sentido da elegância. Observem o modo como fala um político, o modo como age um político, o modo como um político mexe a boca ou mexe a ponta do nariz. Deveras que não. Um político é o avesso da elegância. E um gato jamais poderia ser um político.


Hoje, no momento em que Lucas Baldus e eu trocávamos tais alopradas palavras, vimos um gato sobre o muro de uma casa de bairro. Lá vigorava e pontificava o bichano. Doutor de sua liberdade, mestre de sua independência.


Era um gato rajado. A natureza (esta que igualmente é independente, embora nem sempre seja elegante), sim, natureza quis dar ao pêlo desse bichano as cores mais incolores do reino das cores. Cinzas arrependidos, amarelos com vergonha, brancos com rubor. Mas pouco importava. O gato, empinado lá no muro, era grácil de modos e andares. Não nos olhou e lá ficou com seus bigodes aristocráticos. Tinha patas de pluma. A cauda sugeria a serenidade dos seres em estado de graça. As orelhas apanhavam sons da lavoura de Mozart.


E lá deixamos tal ser em sua heideggeriana altitude. Fomos pelo Brasil dos deputados, dos jornalistas. E o chão estava áspero, o chão estava duro.


posted by © Paulinho Assunção, 04-2005. at 3:24 PM, in Pessoas de Romance

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25/09/05

Para todos os que glorificam o silêncio...

O silêncio é a mais perfeita expressão do desprezo
Shaw, Bernard





...apesar de eu prezar uma certa dose de silêncio, em momentos certos...

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