(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW06/02/07
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW04/02/07
Please...please...pleaseeeee...
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2/04/2007 09:53:00 da tarde
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Etiquetas: curiosidade, sitemeter
03/02/07
A pergunta a que vamos responder no referendo do próximo dia 11 é compreensível para qualquer pessoa que saiba ler e isso é algo que nenhum contorcionismo político ou gramatical poderá mudar. "Concorda com a despenalização..." A despenalização é, evidentemente, a palavra-chave desta pergunta. É talvez surpreendente, mas o referendo do próximo dia 11 não é acerca de quem gosta mais de bebés, tal como não é acerca de quem mais respeita o sofrimento das mulheres. A pergunta do referendo também não é "dê, por obséquio, o seu palpite acerca de quando é que a alma entra no corpo dos seres humanos", matéria que sempre intrigou os teólogos. Não é acerca de quem gosta de fazer abortos e quem gosta de dar crianças para orfanatos. Por isso e acima de tudo, devo confessar que sofro de cada vez que ouço na televisão jornalistas falarem dos dois campos em debate como o "sim ao aborto" e o "não ao aborto".(...)»
***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW
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2/03/2007 08:57:00 da tarde
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Etiquetas: Referendo, Rui Tavares
Gato Fedorento - Assim Não
Um pouco de humor pra ver se torna a coisa menos intragável...
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2/03/2007 08:54:00 da tarde
Etiquetas: Gato Fedorento, humor, Marcelo Rebelo Sousa
A VIDA E A "VIDA", no Abrupto...convém ler o texto todo!
a, e se eu entender que verdadeiramente tudo tem a ver com o "egoísmo" dos genes e for sociobiológico, será que tenho que aceitar esta visão da "vida" mesmo sem fé? E se eu considerar que não há "vida" passível de ser descrita pela ciência a não ser como excepção temporária e precária à segunda lei da termodinâmica e entender que para perceber essa violação da entropia que é o metabolismo, a que chamamos vida, não preciso de qualquer princípio vital? E se eu no meu laboratório não encontrar nem Deus nem a "vida", mesmo desejando encontrá-los, será que me coloco fora dos valores civilizacionais? E se eu considerar que uma coisa é esta "vida" divina e outra é a vida, mais modesta, menos programática, mais humilde, menos pretensiosa, mais "terrestre", que inclui não apenas a criação mas o desejo da criação, que implica mais do que o código genético, ou o acto da fecundação, mas a vontade de a criar, exigindo um "programa" que inclua a vontade dos seus progenitores, coloco-me à margem dos nossos valores civilizacionais? A "vida" a que se bate palmas é apenas uma das muitas interpretações da vida como valor, que assenta numa fé de carácter religioso e numa interpretação que depois extravasa para a aceitação selectiva de determinadas doutrinas éticas e "científicas" que estão longe de ser as únicas e de serem incontroversas.(...)»***...***...***
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2/03/2007 12:21:00 da tarde
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2/03/2007 11:43:00 da manhã
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Aqui está a mais simples e exacta definição do meu estado d'espírito face a este referendo...
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2/03/2007 12:13:00 da manhã
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02/02/07
o resultado dessas "escapadelas" é o ficar cada vez mais ignorante… da vida… e da morte dos que amamos…(...)»***...***...***
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2/02/2007 09:54:00 da tarde
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01/02/07
A coisa está a descambar, olá s'está!
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2/01/2007 10:31:00 da tarde
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31/01/07
"Eles não querem debater (...) Eles não querem saber"
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1/31/2007 11:14:00 da tarde
29/01/07
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1/29/2007 11:19:00 da tarde
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E se...
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1/29/2007 12:24:00 da manhã
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28/01/07
O meu amor tem lábios de silêncio
O meu amor tem trinta mil cavalos
O meu amor ensinou-me a chegar
O meu amor ensinou-me a partir
Jorge Palma
(obrigada...)
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1/28/2007 01:56:00 da manhã
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27/01/07
O caro Rui irá desculpar-me, ou não...vai dar no mesmo!
Ora vamos lá a ver: este 'pedacinho de música' - ou seja: o respectivo ficheiro - foi-me oferecido (por transferência de ficheiros pessoais) pelo executante. Como já expliquei, a autoria sempre me foi (mais ou menos) deixada em suspenso e algumas vezes cheguei a suspeitar ser do próprio executante, pelo menos na forma de algum tipo de variação. Após a oferta passei a usá-la como tema musical da minha página pessoal sobre Florbela Espanca, já lá vão uns bons aninhos, tendo esta terminado quando os senhores todo poderosos do Terravista decidiram extinguir o alojamento de páginas e, por isso mesmo, perdi tudo o que tinha construido. Sorte a minha que tinha alojado o 'pour lidia' no servidor do Geocities, numa outra página minha - Antigona - e assim conseguindo continuar a usar o ficheiro.
Assim sendo, fica a coisa resumida nestes termos:
- o dito ficheiro não foi feito, ou gravado, ou oferecido...para o Macro!
- o dito ficheiro não tem o autor identificado, mas dada a forma como foi colocado na net e, apesar de não estar vedado o seu uso, seria no mínimo de bom tom que sempre que fosse usado se fizesse referência à sua procedência com o respectivo link, como também é de bom tom fazer-se com todas as 'pescagens' que fazemos;
- o dito ficheiro está alojado num directório de ficheiros de alguém que está devidamente identificado, tanto quanto é necessário em termos cybernáuticos, para que se torne ridícula a menção 'para o Macro até o autor reclamar a autoria'! A coisa não será bem assim; o autor até pode nem reclamar nada, mas...eu posso apagar o dito ficheiro do dito directório, do dito servidor onde eu tenho a minha página!
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1/27/2007 10:14:00 da tarde
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24/01/07
Rememorando...
que posso sentir tudo,
não sei como me sustentaria
dessa substância chamada felicidade,
se não soubesse que tu ainda
sabes existir
como só tu sabes..."
- Do blog amok & sulturas ou a memória reencontrada -
publicado por vbm -Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2004,às 01:44
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1/24/2007 11:22:00 da tarde
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22/01/07
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1/22/2007 11:34:00 da tarde
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20/01/07
19/01/07
Uma reflexão muito boa...
Sobre a natureza humana

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1/19/2007 01:22:00 da tarde
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A pachorra para as buscas do possível porquê tem sido nula, nestes últimos tempos, pra isso e pra tantas outras coisas; verdade se diga que me apetecia a possibilidade, mítica, de parar o tempo e...fazê-lo retroceder um pouco! Não que seja coisa minha perder-me no que passou - seja pra remoer, seja pra lamentar - pra isso mesmo tento guardar as memórias perdidas...podem, um dia, vir a fazer-me falta, se mudar e decidir passar a perder tempo olhando pra trás. Mas...a morte - essa deusa negra a quem tantas vezes apelávamos, lembras-te?!? - prega-nos sempre a partida quando menos esperamos e rouba-nos os tempos...o tempo de dizer o que não dissemos; o tempo de reformular o que dissemos querendo dizer outra coisa; o tempo de reparar o que dissemos quando deviamos estar calados; o tempo de ser e estar com quem amamos...
Pode ser que um dia destes eu consiga descobrir pra onde se escafederam os meus links...já que do resto não conservo grandes esperanças de re-encontrar...
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1/19/2007 12:12:00 da tarde
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14/01/07
elmanias: "Tenho basicamente nada para dizer e como tal escrevo"
[...agora parece-me um eco...ou o espelho que me obrigará a olhar a realidade de frente...]
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1/14/2007 11:25:00 da tarde
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1/14/2007 11:24:00 da tarde
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Só hoje entendi 'isto'...pena que seja tarde demais...
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1/14/2007 10:48:00 da tarde
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...a verdadeira 'estória' do «pour lidia»...«Ahhh... que saudades que eu tenho desse piano...
A janela... o gato... o rio ao fundo... os livros espalhados no chão (sim, que uma casa de mulher também precisa de "desarrumação" de vez em quando...)...
"Outras" fugas", é o que é...
ps: importas-te de baixar a tampa do piano? è que não sei onde colocar o cinzeiro :-)»
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1/14/2007 10:25:00 da tarde
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“Se os vivos não te ouvem escreve para os mortos”
Seated Young Lady, Egon Schiele
(...)
Et si tu n'existais pas,
Je ne serais qu'un point de plus
Dans ce Monde qui vient et qui va,
Je me sentirais perdu
J'aurais besoin de toi.
(...)
Joe Dassin
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1/14/2007 09:21:00 da tarde
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As lições que não aprendi...
Transformar o físico morto em lembrança viva é o que conta. E, para isso, o dizer ADEUS, o olhar o morto, é importante para o recordar… Porque, afinal, recordar mais não é que o fazer passar de novo pelo coração… E só recorda quem pode dizer adeus…»
É essa a dolorosa certeza que fica...a de saber que não fomos capazes...!
E, se eu não posso dizer ADEUS, se eu não sei enfrentar 'os meus mortos', então não os recordarei, mas... guardarei para sempre as minhas memórias perdidas...até que um dias as possa recuperar...porque a morte não é, não pode ser, o fim!
Até lá continuarei ignorante, tão ignorante quanto seja necessário, para que não doa tanto...
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1/14/2007 08:55:00 da tarde
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13/01/07
«Só aos amigos é dado o espectáculo da nossa miséria »
...o 'problema' é que uma amizade demora muito tempo a construir...tanto como, por vezes, pode demorar uma vida...tanto que, por vezes, uma vida não chega e fica a construção por concluir...interromper a construção duma amizade, chegados aos últimos patamares, é das frustrações mais dolorosas para quem fica com a obra inacabada...
...depois, com o avançar da vida, o tempo que nos resta afigura-se-nos escasso para iniciar novas construções...e se nos detivermos na comparação dos alicerces (actualmente utilizados) com os já estabelecidos (anteriormente) a frustração cresce exponencialmente...perder um amigo deixa-nos um vazio tão fundo - como quem perde um grande amor - que dificilmente nos abalançamos a tentar de novo... porque temos medo do tempo que se perde com os desenganos e porque o tempo já não chega!
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1/13/2007 08:26:00 da tarde
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12/01/07
Os meus melhores terapêutas
LUPI, o rei
FÔFA, a terrorista

JOACHIM, o exilado
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1/12/2007 06:29:00 da tarde
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10/01/07
Lavo os ouvidos e a alma com o Concerto para Violino e Orquestra (Fá menor /Op.64) de Mendelsson para conseguir a coragem de atacar e te dedicar os meandros do Concerto para Piano e Orquestra nrº 1 (Si Bemol Menor /Op.23) de Tchaikovsky.
Realmente, a tua surpresa foi magnifica. O teclado novo mas condescendente ao toque, os pedais que suavizam a minha impetuosidade permitindo-me abafar dos outros o que só a nós diz respeito, os martelos de madeira nobre por sobre os feltros verdes a fazer repercutir o cordame com a afinação doce e precisa...Tudo conjugado para que o bichano faça o arco de consolação e se delicie olhando pela janela a nesga do nosso rio sem que a magia do momento fique arranhada pela perenidade das desconstruções apressadas.
As tuas mãos nos meus ombros, a espiaram a evolução dos meus dedos no teclado, proporcionam-me o cromático que me falta para poder dar-te a real escala do que me invade na eterna luta entre os crescendos e os diminuendos.
Olhando-te através do reflexo que os vidros da janela me enviam, os teus olhos devolvem-me a certeza de que o momento é nosso e de que ficarão eternamente a pairar naquela sala muito para além da nossa momentânea passagem.
Páro a meio do Tchaikovsky, precisamente quando o meu diálogo com a orquestra parece em sintonia divina e uníssona: os violinos lutam com os contrabaixos pela primazia da tua presença e as trompas e as flautas inrompem em alertas de desassossego triunfal até que imponho, numa escala freneticamente decrescente e quase dissonante, a vontade crescente de eternização do nosso tema...
Sinto o tremer da tua incompreensão...Sem saber porquê, ou sabendo-o no interior do meu desejo, as minhas veias ganham a vida necessária para voltar a Mendelsson, vindo-me à memória das nossas mãos o Rondo Capriccioso em Mi Maior (Op.14).
O seu final, já por nós partilhado de memória e com os livros desarrumados pelo chão, é a confirmação de que a escolha daquele local e daquele piano foi ditada pelo conhecimento mútuo de que os pedacinhos que tentamos resguardar um do outro são o que nos une na nudez da alma.
@rco
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1/10/2007 10:38:00 da tarde
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09/01/07
Só aos amigos é dado o espectáculo da nossa miséria
Eles exigem-nos coisas de nada. As nossas lágrimas. O nosso lenço de assoar. A pele dos nossos inimigos. As batatas fritas do nosso bife. A nossa melhor roupa, por uma noite. Exigem-nos tudo o que nos dão. É preciso regá-los regularmente: é nos ombros deles que cai toda a água dos nossos olhos. Eles espevitam-nos o sentido de humor quando menos nos apetece. E depois ficam connosco quando as luzes se apagam e toda a gente se foi embora. Só aos amigos é dado o espectáculo da nossa miséria.(...)»
A Instrução Dos Amantes, Inês Pedrosa
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1/09/2007 11:49:00 da tarde
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1/09/2007 11:29:00 da tarde
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1/09/2007 11:21:00 da tarde
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'SHALOM, MEU AMOR '
Deitei fora a chave mágica das frases certas e agora dei comigo a perseguir a magia de certas frases. Dou comigo a balbuciar o Ladino e a pisar o kipah perante o espanto do parnas. Corro, fujo por um caminho infinito de que sei de cor os desvios, derrubo o menorah onde há pouco acendi as velas com que jurei orar em Kotel Maaravi no Yom Kipur e alcanço o ar livre. Rio-me por alcançar a minha própria Pessah ao abandonar tudo em teu nome. E, aí, encontro-me perante a impossibilidade de te re-encontrar.
JR - Folhas Soltas - 26.05.2000
[A tragédia da morte é roubar a remota possbilidade de nos redimirmos perante 'o outro'...não mais se poderá emendar o erro, não mais se poderá compensar a ausência, não mais se poderá ouvir o silêncio...Fica apenas um 'pour_lidia' a tocar para todo o sempre...para que a Memória não se perca, jamais!]
tte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW
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amok_she
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1/09/2007 12:01:00 da manhã
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