16/03/07

O vazio impera...






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(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

13/03/07

OH C'UM CARAÇAS!!!

Existe algum local especificamente vocacionado para a prática e/ou prestação de qualquer tipo de (in)formação sobre...sexo anal...em Torres Vedras!????

Que me cheguem aqui na senda de sexo anal ainda vai!, não entendo como nem porquê, mas ok...ele há tanto maluco à solta que enfim... agora esta «google.pt Search Words sexo anal torres vedras», juro que não entendo nem à lei da bala!



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12/03/07

Eu fico besta com coisas destas...


Da Literatura: POLEMICA


...mas, também o que se podia esperar dum Casino Estoril - daquele Casino Estoril! - a patrocinar prémios de Literatura?!?

09/03/07

Afinal há um céu que me fascina...

...o duma bela noite de lua cheia onde se vislumbre o belo firmamento em todo o seu esplendor luminoso...


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Que penses-tu de mon ciel ne dit il pas quelque chose ?...


Ton ciel...ton ciel que ontem me parecia conter, mesmo, uma andorinha onde hoje vejo um avião! Sabes? O céu raramente me diz alguma coisa...reminiscências da minha anti-religiosidade? Sei lá...sei que o céu, só por si, nada me diz... mas, se estiver complementando o mar, por exemplo, ah aí já é outra coisa...ora repara:


[Fotos recolhidas em Olhares.com]
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08/03/07

Dia de quem...do quê?????

Não gosto de 'dias de...', mas...


...hoje apetece-me recordar isto: «"Um beijo meu à mulher que possa ainda existir em ti..."» e, se pudesse, preferia ter respondido de um outro modo...

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Diário de um escândalo

[ñ sei o q se passa mas a re-edição de posts com YouTube está a provocar o desaparecimento do respectivo vídeo...'tou a passar-me a sério, porra!]

07/03/07

Diário de um escândalo

...o vídeo foi-se e...já ñ me lembro, exactamente, de como era a frase...raios!, qq coisa no género...


Um filme sobre a solidão...ou as solidões!?

05/03/07

UFAAAA que alívio|

Andava eu pr'aqui toda abespinhada porque não dava conta da reciclagem doméstica - não brinquem!, só pra caixotes(zinhos) 'à lá benetton' gasto um belo espaço de cozinha que bem podia aproveitar pra outra coisa...piscina pr'ós gatos, por ex.! - e vou dar com este belo naco de prosa*! Trufas!, 'tou safa!
*«(...)Importa juntar dados desconexos a fim de estabelecer a “evidência” do apocalipse climático e, não esquecer, acrescentar-lhe a “responsabilidade” humana. Porquê? Nada de novo: porque todo o exercício visa atacar as sociedades industriais, leia-se o capitalismo, leia-se os EUA e os seus aliados. Terminada a Guerra Fria, a orfandade levou alguma esquerda a acolher a selvajaria islâmica emergente (incluindo, claro, a “causa” palestiniana). Nos momentos de delicadeza, a esquerda manipula idiotas úteis (ver Gore, Al) e segue a alternativa ecológica: o aquecimento global, essa portentosa fraude, é a via “verde” e “despoluída” do antiamericanismo de sempre.»



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Oh que caraças...

...se toda a gente diz mal do BABEL...sou, mesmo, obrigada a ir vê-lo!

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04/03/07

fenomenologia do vómito

...cara f., melhor deixá-lo(s) ladrar enquanto a caravana vai passando...

O referido artigo - pag. 14, P2, Opinião, Olho Vivo, Público de 4/Março'07 - não diz nada, não eslcarece nada, não faz nada em prol do jornalismo que tanto apregoa...aliás, acho que o ECT está, apenas, a colocar em prática a inversa da tese que defende como sendo 'o dever do jornalismo português' : «irrita toda a gente, no sentido em que dispara pra todos os lados como gato cego; incomoda quem defende, pelo menos num mínimo, a honestidade intelectual; é mal comportado, porque recorre ao 'diz_que_disse' e à sugestão caluniosa, ao atirar para o ar suspeitas sem as fundamentar ou, sequer, as enfrentar claramente. Meteu-se-lhe na cabeça que andando pr'ai, feito barata tonta, a lançar acusações - começou com a RTP, já vai no DN - ao desbarato está a fazer o seu papel de dom_quixote dos portugueses qu'é que se há-de fazer? Melhor seria que usasse essa, aparente, coragem para meter a 'boca no trombone' pelas coisas que realmente minam a nossa sociedade. Ou, na pior das hipóteses, se acha que existem razões para acusar alguns orgãos de comunicação social - nomeadamente a RTP e o DN - que o faça de forma honesta em vez de recorrer a artimanhas, a calúnias, a cuspidelas pró ar, bem ao estilo 'correio_da_manhã'...não é em vão que tanto gaba o tal Marcelino. E também não é em vão que este senhor escreve este tipo de coisas no Público...afinal de contas é por aí que o Público quer ganhar leitores!?, descendo aos níveis dum pasquim(zinho) bem à medida da nossa tão portuguesinha menoridade cultural e intelectual.

Oh que caraças!, e eu que só queria falar nos cães que ladram...irra!



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Hoje apetece-me...




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Remexendo no baú das memórias...II

E porque não...
'Põe-te a jeito, querido, agora é a tua vez!
 

Quando comecei a ter relações sexuais, ainda era bastante nova e o essencial para mim, nessa altura, era a vontade de agradar ao meu parceiro.

O meu próprio prazer era secundário. O importante era ter a certeza de ser desejada, "digna" de ser seduzida.

Essa atitude de rapariguinha insegura é algo de que ainda tenho vergonha hoje - e de que tive vergonha então - mas a verdade é que, nessa altura, a minha prioridade era simplesmente ser a "escolhida", não alargar o meu universo de experiências sexuais.

Hoje, se pudesse ter uma conversa com a rapariga que fui nesse tempo, dir-lhe-ia: "Não sejas parva. Com dezasseis aninhos, de top e mini-saia, não há-de faltar quem se interesse por ti!"

Aquilo que me livrou do beco sem saída dos mitos românticos, e de passar a minha vida num mundo cor-de-rosa como o dos livros de Danielle Steel, foi o facto de ter feito amor com mulheres, quando estava a entrar na fase adulta da minha sexualidade. E ao ter relações sexuais com outra mulher, já não bastava saber se era ou não desejada mas também se era ou não capaz de lhe dar prazer.

Para além de questões - digamos...- "técnicas", a dúvida essencial consistia em saber se tinha ou não a confiança e a intuição necessárias para levar uma mulher a abandonar-se a mim até eu a deixar louca de prazer. É algo que exige a certeza de que se é capaz. Que só é possível quando se quer realmente estar dentro da nossa amante. Não basta ficar ali estendida numa pose atraente, é preciso uma atitude de "mulher de acção" e convém não esquecer que nos anos setenta ainda não havia Xena. Foi preciso desenvolver aquilo que eu chamo de "auto-persepção como mulher eréctil" e no meu imaginário erótico, como não podia deixar de ser, isso tinha a ver com a ideia de "quanto maior, melhor...".

Passei de assiduamente bissexual, durante os anos setenta, para quase 100% lésbica, durante a década seguinte. E quando finalmente voltei a envolver-me com um homem, tive de me confrontar com um novo problema.

Sentia-me esquisita por nunca ser a minha vez de penetrar o meu amante, de o sentir abandonar-se nos meus braços, comigo bem fundo dentro dele. Claro que podia engoli-lo com a minha boca, o que também é uma forma de submissão partilhada, mas não é a mesma coisa que estar "lá dentro".

A primeira vez que perguntei a um homem se o podia penetrar, resultou num perentório "não". Depois, tive ocasião de encontrar alguns homens a quem a ideia estava longe de desagradar e que até me ensinaram a encontrar, dentro deles, a sua próstata (que, ao toque, dá a sensação de ser como a ponta de um nariz). Mas, depois de se virem - e de gemerem de prazer até chegarem a esse momento - a sua vontade de falar evaporava-se completamente. É como se se sentissem envergonhados por eu saber das suas facetas mais secretas. E era fácil de perceber que insistir em abordar o assunto só tornaria o tabu ainda mais absoluto.

Já imaginaram se as mulheres ficassem assim depois da cópula? Bem sei que neste caso se trata do anûs e não da vagina mas as sensações que decorrem da penetração têm algumas semelhanças incontornáveis - há sempre alguém que se entrega, que se abre para deixar entrar em si algo que é parte de outro corpo. E isso significa muito, quer se trate deste ou daquele orifício!

Um dos homens com quem ocasionalmente ia para a cama costumava queixar-se por eu algumas vezes ter renitência em ser penetrada. Tive de lhe explicar que nem sempre me apetecia sentir alguém dentro de mim e que, quando não estava para aí virada, o que devia ser um abraço profundo, passava a ser sentido como uma invasão.

Mas a vida dá muitas voltas. Encontrei-o há uns meses e descobri que ele tinha uma nova namorada a quem tinha iniciado no uso do dildos. Mais concretamente daqueles que se prendem ao corpo com correias. E para o penetrar a ele. Ela revelou-se insaciável e apesar de ele retirar um grande prazer sexual dessas práticas, por outro lado, também estava a começar a sentir-se ultrapassado pelos acontecimentos.. Ao ponto de, um dia, me ter segredado:"Parece impossível, mas, às vezes, até chego a esconder-me. Só agora é que percebi o que tu querias dizer. Não fazia ideia do que é sentir que estamos para ali para abrir as pernas sempre que isso apetece ao outro."

Infelizmente, separaram-se pouco depois, senão podia tê-los apresentado a uns velhos amigos meus que acabaram de realizar o primeiro vídeo sobre esse tipo de actividade sexual:"Bend Over Boyfriend"(Namorado pronto a vergar-se). Nan Kinney, o produtor, refere-se-lhe mais abreviadamente por B.O.B.,e o vídeo foi concebido para vários tipos de usos: tem partes cuja prioridade é a educação sexual, outras mais género show erótico.

Ao princípio, Shar Rednour, a realizadora, teve dúvidas sobre a sua capacidade para resolver os problemas postos por este projecto, porque há muito para ensinar sobre sexo anal, mesmo antes de entrar nas questões que decorrem da inversão da dinâmica homem/mulher e das técnicas específicas que isso implica, nomeadamente as relativas ao uso de dildos.

Felizmente, teve como actores amantes cúmplices e generosos, que conseguiram arranjar as maneiras certas de demonstrar como o sexo anal não tem que ser necessariamente doloroso (tal como as torradas não têm que ser obrigatoriamente queimadas) e também de falar sobre as razões que levam algumas pessoas a fantasiar sobre esta inversão dos papéis habituais de cada um dos sexos.

Carol Queen, uma das actrizes principais, refere algumas das possíveis razões que levam algumas mulheres a desejar penetrar os seus amantes: a vontade de conhecer a sansação de "estar ao volante", ou de explorar mais profundamente o seu lado masculino, ou, pura e simplesmente, por mera curiosidade.

No meu caso, da primeira vez que prendi um dildo ao meu corpo, isso não me fez sentir como um homem. Antes algo como um "unicórnio genital". Senti-me tão feminina como em qualquer outra altura e notei, com prazer, que conforme aperfeiçoava o meu ritmo, a base do dildo ia roçando o meu clítoris, e era daí, desse sítio indiscutivelmente feminino, que tinha a origem da minha crescente excitação.

Shar observou que, embora o vídeo se dirija a casais heterossexuais, preferiu escolher lésbicas para desempenhar os papéis porque "Quer se queira, quer não, as probabilidades de uma fufa saber foder, são maiores." Apesar da crueza da afirmação, não posso deixar de concordar. Quando uma mulher é lésbica tem que saber tomar a iniciativa e tem de se sentir tão confortável a acariciar a sua amante como a ser acariciada por ela. Mas, mesmo considerando que as lésbicas estão longe de corresponder todas a este modelo igualitário, a verdade é que até as ultra-femininas, de saltos altos e sofisticadamente maquilhadas, mesmo essas são capazes de usar habilmente as mãos.

Gostaria que existissem mais mulheres a explorar o prazer de possuir os seus maridos ou namorados, não só porque é muito provável que eles gostem ou porque é giro brincar com mais um adereço erótico, mas sobretudo porque é emocionalmente muito gratificante sentir que somos nós que temos tudo nas mãos, que estamos por cima e a entrar "lá dentro". Quando um homem aceita ser vulnerável dessa maneira, não está apenas a desfrutar do prazer físico da estimulação da sua próstata, está também a entregar-se à sua amante, duma maneira tão intensa e absoluta que torna esse acto - só lhe posso chamar assim - romântico. Estranhamente, radicalmente, paradoxalmente romântico.

E portanto, se Danielle Steel precisar de sugestões para tornar as relações íntimas do seu próximo romance dum cor-de-rosa ainda mais vivo, não tem que procurar muito. Basta-lhe pegar no telefone para encomendar B.O.B.'


[De SUSIE BRIGHT in Pública /suplemento do Público de 26.07.98]


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Remexendo no baú das memórias...I


Era uma vez...


Era uma vez uma caixinha....

A caixinha era linda!!! .. pelo menos de cada vez que a imaginávamos...

Mas a caixinha era marota... Gostava de marotar, de brincar e de fingir que não era caixinha....

Um dia, um menino resolveu marotar e brincar com a caixinha e... abriu-a!!!

A caixinha perdeu a marotice e a brincadeira e mordeu o menino...

E depois ainda dizem que os Dragon balls são violentos... tsss.. tss...


(Xai)Set.97


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«E Deus Pegou-me pela Cintura»

Geracao Rasca - estorias do quotidiano politico, social e cultural


...eu ia 'scanar' o convite, mas...como boa preguiçosa que sou, aproveito este post do André Carvalho no GR...

01/03/07

Ó meu caro Pitta...e se, em vez de se defender o recurso a mais medidas repressoras para controlar o caótico trânsito de Lisboa, se organizasse melhores e mais eficientes transportes públicos?!?

28/02/07

Acho que agora é que vai começar a discussão a sério...sobre todas as questões pendentes. Só espero que essa mesma discussão não se fique pelo mero 'toma_lá_dá_cá partidário'...como de costume!

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Andava, eu, à procura da Marie-George Buffet e vou dar nisto:



Oh que caraças!, está aqui a dar-se uma ligeira viragem à direita!?... ou o meu francês anda pelas ruas da amargura; ou os partidos políticos em França não seguem, exactamente, a linha portuguesa...ou (talvez a mais acertada) com o avanço da idade a tendência é abandonar, aos poucos, os radicalismos de esquerda que nos caracterizaram a juventude...sei lá!


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E diz, então, mon ami Albertobei...

«(...) A minha candidata visto que praticamente metade dos candidatos são "candidatas"(...)»



Mas isso, é desde logo, uma belíssima notícia, não?!? Corresponde a uma ascensão das mulheres ao poder, ou mera gestão de quotas partidárias?


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Alors, mon ami,

Albertobei...

...parle moi/nous de 'tien' Ségolène...;-)






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Mas, para ti Cristina...

...e em memória de alguém que me ensinou a olhar o Porto (e Gaia)...mesmo se nenhum de nós gostava do Porto...



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27/02/07

'O Bom Pastor'


- Um belíssimo filme...há muito tempo que não me via tão envolvida numa trama de espionagem...talvez porque espelho duma certa realidade...passada, presente...!?!
A 'estória' é mais, muito mais, que a «vida de um homem que acreditava na América e que sacrificaria tudo o que amava para proteger o seu país».


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26/02/07

Canção de Lisboa

Com um largo agradecimento ao Macroscópio...

Jorge Palma é outro dos meus 'santo&senha', tal como 'o livro' de Sabine...quem ainda gosta de JP sobe dez pontos na minha lista...;-)

22/02/07

E já ia, eu, toda lançada com os (poucos) neurónios à desfilada para tentar apreender isto...quando alguém me ajuda a re-centrar...adoro este tipo de diálogos...

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Tem muito sexo? Chamem a polícia!
Fevereiro 21, 2007 por Joana Amaral Dias

Esta história de uma médica ser obrigada a violar o sigilo médico, tendo que informar o Tribunal de Torres Vedras se uma mulher alegadamente prostituta é ou não portadora do vírus HIV/SIDA é inaceitável.
(...)
Não há aqui qualquer conflito entre saúde pública e sigilo médico. O que há é um ataque à saúde pública tremendo. E um desrespeito absoluto pelos direitos dos cidadãos. Com números assustadores de pessoas infectadas por HIV em Portugal, continua a ser difícil mostrar a importância de fazer o teste. Daqui em diante, quem quererá fazê-lo? Quem confiará no seu médico? Até onde vai o poder do Estado?
..."roubado" no

[lamento desiludir-te mas...não sou a JAD, nem tão bonita!(q raiva!), nem tão jovem!(mt longe disso!), menos ainda tão talentosa!!!(q ódio!)...;-)]

'A Biografia de Sérgio Varella Cid'

(...)Predestinado para o triunfo
A vida de Sérgio inicia-se com foros de predestinada para o triunfo absoluto. Nasceu em 1935, em Lisboa, filho do pianista Lourenço Varella Cid, professor do Conservatório Nacional e director do Círculo de Cultura Musical, e de Dora Soares, brasileira, violinista laureada. Pela sua casa, no número 37 da rua do Salitre, passam as maiores figuras da música do século XX: Prokoffief, Isaac Stern, Yehudi Menuhin, Heifetz, Cassadó. É o próprio pai quem, assombrado, dá com ele, aos três anos de idade, empoleirado na banqueta do Bechstein, os dedos a percutirem a mesma sequência de notas do 3º Concerto de Beethoven que ele tocara, pouco antes - Sol, fá, sol, dó, fá.... Dois anos depois, no salão do Sindicato dos Músicos, em Lisboa, uma "verdadeira tempestade de aplausos" recebe a sua execução de variações de Beethoven sobre um tema suíço e O meu primeiro desgosto, composição assinada pelo "minúsculo pianista". Sérgio Varella Cid torna-se, no dia seguinte, "a grande sensação da Lisboa musical", relata o livro. Nos anos imediatos, em serões na sua casa - um edifício senhorial do século XIX -, pianistas e maestros de renome internacional, como Arthur Rubinstein, Claudio Arrau, Benno Moiseivitch, Nikita Magaloff, Igor Markevitch, Walter Gieseking, ouvem-no tocar e aplaudem as suas capacidades inatas. Yesterday Mozart, today Cid, há-de escrever um jornal inglês, no dia a seguir ao primeiro concerto, na capital britânica, do pianista-prodígio, então com 12 anos. Com o apoio de Moisevitch - famoso pianista da primeira metade do século e seu padrinho de baptismo - , Sérgio muda-se para Londres, aos 16 anos, para melhorar as capacidades técnicas e artísticas e para se lançar em mais largos voos. A sua vida não tarda a desdobrar-se numa duplicidade de caminhos paralelos.(...)», in Público,21.02.2007, a propósito da publicação da Biografia do Pianista por Joel Costa

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Não sei porquê (ou talvez até saiba muito bem!), mas a leitura deste artigo trouxe-me à memória tanta coisa...imagino o que dirias, se aqui estivesses...e eu iria, numa correria louca, à procura do livro e depois ficava à espera da tua crítica, 'feroz', e eu a beber-te as palavras, as ideias, a amargura, a frustração, a tristeza, a nostalgia dos tempos passados...agora, correr para quê?, ler para quem?, aprender porquê? Ler este livro seria como escarafunchar, mais ainda, na ferida...


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21/02/07

Como é que se diz da tristeza...?

Ao ler este texto - cheguei lá via Glória Fácil - lembrei-me duma sms que tenho para responder deste há mais de quinze dias...."olá, como estás?", pergunta banal não fosse o contexto...e eu sem saber como responder...um dia destes, quando a tristeza se reduzir aos limites do suportável, talvez consiga dizer "como estou", já não "como estava" no momento em que recebi a sms, mas "como estarei" daqui a uns tempos...assim que o tempo comece a fazer sentir os seus efeitos...não sobre o esquecimento que esse não é desejável (nem possível!), mas quando já não parecer tão absurdo, tão irreal, tão sem sentido...


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Filme fantático! Via o filme e não me saia da cabeça o porquê de não gostar de 'polícias das consciências alheias', coisa que imaginamos sempre já ter ultrapassado, entrados que estamos no sec XXI, mas que o último referendo deixou bem claro estar ainda bem vivo em muitas mentes(zinhas) deste nosso país(zinho)...






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Perdida que ando, arredada diria antes, das minhas leituras agora que perdi o meu farol orientador (ah, a falta que me fazes) lá vou apanhando, aqui e ali, umas réstias daquilo que antes tinha como seguro e...eterno.The Lovers, Magrite


"O erotismo, encoberto ou declarado, em fantasia ou em actos, encontra-se intimamente ligado ao acto de ensinar, à fenomenologia da relação entre Mestre e díscipulo. Este facto elementar tem sido trivializado através de uma fixação no assédio sexual. Mas continua a ser central. Como poderia ser de outro modo." (30-31) "Já vimos ... que o eros, a sexualidade declarada ou dissimulada, pode impregnar as relações de poder entre Mestre e discípulo. O desejo de agradar ao Mestre, de "atrair o seu olhar amoroso" está tão presente no Banquete e na Última Ceia como em qualquer seminário ou lição particular. Quer se trate de ballet, de futebol ou de papirologia, as lições e sessões de treino são um híbrido complexo de amor e de ameaça, de imitação e de rejeição." (87) "Eros e ensino são inextrincáveis. A afirmação é verdadeira antes de Platão e depois de Heidegger. As modulações do desejo espiritual e sexual, da dominação e da submissão, a interacção da inveja e da fé, são de uma complexidade, de uma delicadeza que desafia a análise exacta (...). Os componentes são mais subtis que a mera questão do género, que as demarcações entre homo e heterossexualidade, entre as relações convencionalmente consideradas lícitas e as proibidas com os mais jovens. As inversões de papéis ocorrem constantemente (...). A própria possesão física consumada é um aspecto secundário quando comparado com o acto de ensinar e tudo o que ele implica - essa asssustadora interferência na alma, no desenvolvimento, de outro ser humano. Um Mestre é o amante ciumento de uma potencialidade." (117)


(George Steiner, As Lições dos Mestres, Lisboa, Gradiva, 2005. Tradução de Rui Pires Cabral),

"roubado" no MA-SCHAMBA, acredito que com o respectivo "perdão"




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20/02/07



...mas isto é a sério?, ou uma treta de carnaval?, ou...uma jogada de mestre do gajo????



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«off_the_record»

OBRIGADA, RPM!...não foi mesquinhez, não foi mariquice e/ou ataque de histeria...é, mesmo!, muito importante para mim...


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Para ter uma inteligência destas...prefiro ser a burra que sou!...burrinha, mas...honesta, já que não chamo bois aos...camelos!

...é como diz a f. lá no Glória Fácil: «(...)a ver se fazemos como a nicarágua, onde os 'esquerdistas' sandinistas, se calhar por causa de terem medo de deixar de ter crianças a correr nos bairros da lata, ilegalizaram o aborto em todas as circunstâncias. aquilo é que é gente com visão. ou isso, ou o dr césar das neves esteve a explicar-lhes umas coisas.»


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