17/12/07



Ao que parece, agora que decidi linkar...acabou!?...esperemos que não...há coisas que nos apetece, sempre, ler...por mais que nos declaremos...pra lá do fim da linha...



***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

O tempo não cura...nada!





***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

10/12/07

Para MissM


Kandinsky

ravine

automn_landsc_with_boats






kandinsky



***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

02/12/07

'Fazes muito mais que o sol...'






***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

28/11/07

Lá vai (re)começar a palhaçada...


...dos jantares de Natal da(s) Empresa(s)...


***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

27/11/07

Um post de merda

Já não há pachorra para merdas destas...'vascos pulidos valentes & migueis sousas tavares'!, ...sinceramente não vejo qual a diferença de fundo entre estas merdas e outras merdas; como por exemplo as merdas que a malta gosta de inventar para se zurzir, entre si, em empregos de merda com chefes de merda e resultados (financeiros e/ou de realização pessoal) ainda mais merdosos!!!?... sinceramente, tenham dó!, já uma gaja não pode continuar a acreditar que aqueles gajos até eram intelectualmente superiores à ralé ...ora porra!, assim até parece que só há merda nesta merda de mundo!




***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

25/11/07

Obrigada, Fernanda C

[«(...gosto de saber que sou capaz de te reproduzir fielmente na minha memória. que não te apaguei. (...) e a injustiça, a merda da injustiça e a raiva desse vazio. tantas vidas te faltavam, tantas. perdoa-me que chore por ti — não tenho como não chorar. por ti, por mim — não tenho como distinguir.»]

...a morte, a ausência, a saudade, a perda, a raiva, a impotência...são, afinal, algo dolorosamente comum a todos os que perdem uma parte da sua própria vida...choramos, afinal, por quem nos morre...ou por nós que os não temos mais?!?


***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

Ainda sobre a grunhice dos autarcas de Mafra...

Geração Rasca - estórias do quotidiano político, social e cultural *

...o facto de ter perdido (ou estar anestesiada) a vontade de bater nestas aberrações, tão demonstrativas da pobreza intelectual portuguesa, não significa que não me mantenha a par e não me revolte...a vontade de exprimir essa revolta é que está demasiado reduzida por me parecer, cada vez mais, uma perda de tempo, energia e...fortes doses da minha sanidade mental! Assim, fico-me por linkar* quem, melhor que eu, exprime o quanto este tipo de atitudes nos mostra como ainda existem tantos 'sousas laras', bafientos e salazarentos, neste país(zinho)...

24/11/07

uooopsss, parece que o amok fez anos...

...ou, em casa de ferreiro espeto de pau!, não fosse o
Aniversário de Blogues
e, este ano, nem teria dado pela coisa...
...verdade que o objectivo inicial deste blog se esgotou quando o destinatário de 99% do que aqui colocava deixou de existir; verdade, também, que tenho tentado não submergir na vontade de desistir; verdade, ainda, que tudo o mais deixou de fazer grande sentido perdendo todo o brilho que o desejo confere à vida...diz-se que o tempo tudo cura, talvez...mas não há cura - que eu conheça, pelo menos - para se recuperar o que se perdeu...para a morte!, essa derradeira e única vencedora da vida...




***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

23/11/07

'O meu amor tem lábios de silêncio...'





***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

A lavagem de alma...no Coliseu

...Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar...




***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

15/11/07

Em tua memória...relembro!

'Personagem meditando sobre a loucura', Magritte, 1928
'Conhecer'

14/11/07

Novembro 10, 2007 por Fernanda Câncio
todas as mortes são súbitas. todas nos remetem para um silêncio essencial. e ao mesmo tempo para a necessidade, ou até a vontade, de dizer. qualquer coisa. (...)
, in cinco dias

...este 'súbito', este 'silêncio', esta 'necessidade, ou até a vontade, de dizer.qualquer coisa'...esta inevitável conclusão de que ficou tanto (tudo) por dizer...e nem o benefício duma despedida...'todas as mortes são súbitas'!

***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

13/11/07


«Mas... quando não se lê o que se quer e o que se ouve é um murmúrio saudosista, que outro remédio senão o de dizermos o que não lemos e de escrevermos o que gostaríamos de ouvir?»
Quid Novi ?

***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

10/11/07

in


[...]Enquanto houver estrada para andar

A gente vai continuar[...]JP

***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

09/11/07

Macroscopio: DIGNIDADE HUMANA - por António Vitorino -
(...)
Obs: Ainda bem que o António Vitorino não deixou passar este caso em branco. É uma situação revoltante que teve de ser resolvida com intervenção superior, mas após exposição de sentimentos e dor na esfera pública - que aí fez eco e pressionou o poder para decidir. Este método é, igualmente lamentável, até parece que vamos fazer a guerra só para testar a eficácia das armas. Algo de errado se passa nas nossas democracias e no sistema mediático que o parasita e retro-alimenta, porque hoje essas instituições estão tão falhas de valores que tratam as pessoas/utentes e até os seus próprios funcionários como um cão abandonado numa valeta. Por isso, ver aqui que AV investiu o seu capital intelectual na descrição (e denúncia) deste caso também não deixa de reflectir uma atitude e um gesto de nobreza e grandeza - ética, social e também política verdadeiramente assinaláveis. Mande-se o texto para a impressa de Guttenberg com carácter de urgência.

«(...)As relações entre os países no mundo globalizado não são, definitivamente, equitativas. As assimetrias são evidentes, quer no nível de vida que separa os povos, quer na facilidade com que os mais ricos, por isso mais poderosos, se impõem aos mais fracos. Não venham pois atirar-nos a areia dos constrangimentos geográficos reduzidos, das fronteiras e das sociedades abertas. Tudo não passa de um logro ao serviço dos interesses económicos, das trocas comerciais e financeiras, da exploração dos recursos humanos e naturais. A globalização é um negócio com o qual beneficia quem souber negociar.
(...)
No fundo, o mundo representado no microcosmo familiar. Isso interessa-me.», in Insónia

***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

04/11/07

«(...) A vida ela mesma, na melhor das hipóteses, não passa de um sucessivo pedido de desculpas, uma eterna reincidência na trégua. É este o nosso inferno.»,in INSONIA

...sem comentários!, porque cada vez estou mais vazia...tal como 'dizias':"chega-se a um ponto e já pouco mais fazemos que ouvir (ler)"...

***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

31/10/07

(...)
A tua voz sossega-me... Sossega em mim o desejo de partir e de te
procurar...Sossega em mim a loucura de me afundar no nosso rio e de te
procurar no profundo azul sabendo que a viagem seria sem retorno...
"Nos teus braços morreria" e na tua boca reviveria o sonho impossível
de tudo desconstruir tendo-te...Na tua voz recordo teus olhos marejados pela injustiça da incompreensão do que nos rodeia...Na tua voz revivo os sons de um amor eterno e puro que ninguém mais viverá porque nosso...
Porém, no silêncio da tua voz sinto o brilho dos meus olhos e no brilho dos meus olhos sinto-me o espelho do teu amor...

E rio-me...Rio-me das definições...das sentenças...das certezas...Rio-me da perenidade dos sentimentos alheios...do pequenino que é o amar dos
outros...do "teatro" das vidas que perante nós desfilam...Rio-me do espanto
desajustado de quem não sente o simples...de quem não sente o difícil da distância...de quem não sente o quente que o afastamento não esfria.
(...)



Há silêncios tão inquebráveis que mais parecem ter a dureza dos diamantes, mas não a sua preciosidade...


***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

30/10/07

'O nosso canto...'

Lavo os ouvidos e a alma com o Concerto para Violino e Orquestra (Fá menor /Op.64) de Mendelsson para conseguir a coragem de atacar e te dedicar os meandros do Concerto para Piano e Orquestra nrº 1 (Si Bemol Menor /Op.23) de Tchaikovsky.

Realmente, a tua surpresa foi magnifica. O teclado novo mas condescendente ao toque, os pedais que suavizam a minha impetuosidade permitindo-me abafar dos outros o que só a nós diz respeito, os martelos de madeira nobre por sobre os feltros verdes a fazer repercutir o cordame com a afinação doce e precisa...Tudo conjugado para que o bichano faça o arco de consolação e se delicie olhando pela janela a nesga do nosso rio sem que a magia do momento fique arranhada pela perenidade das desconstruções apressadas.

As tuas mãos nos meus ombros, a espiaram a evolução dos meus dedos no teclado, proporcionam-me o cromático que me falta para poder dar-te a real escala do que me invade na eterna luta entre os crescendos e os diminuendos.

Olhando-te através do reflexo que os vidros da janela me enviam, os teus olhos devolvem-me a certeza de que o momento é nosso e de que ficarão eternamente a pairar naquela sala muito para além da nossa momentânea passagem.

Páro a meio do Tchaikovsky, precisamente quando o meu diálogo com a orquestra parece em sintonia divina e uníssona: os violinos lutam com os contrabaixos pela primazia da tua presença e as trompas e as flautas inrompem em alertas de desassossego triunfal até que imponho, numa escala freneticamente decrescente e quase dissonante, a vontade crescente de eternização do nosso tema...

Sinto o tremer da tua incompreensão...Sem saber porquê, ou sabendo-o no interior do meu desejo, as minhas veias ganham a vida necessária para voltar a Mendelsson, vindo-me à memória das nossas mãos o Rondo Capriccioso em Mi Maior (Op.14).

O seu final, já por nós partilhado de memória e com os livros desarrumados pelo chão, é a confirmação de que a escolha daquele local e daquele piano foi ditada pelo conhecimento mútuo de que os pedacinhos que tentamos resguardar um do outro são o que nos une na nudez da alma.

@rco
99.12.20

Lembrei-me, ainda mais, destas palavras quando alguém me questionava da minha relutância perante as 'aventuras duma noite'...como explicar, como fazer entender, a necessidade da intimidade, da cumplicidade que só o tempo permite?!


***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

09/10/07

Colocamos outro CD?

O omnipresente latejar da pressão nas têmporas torna-me consciente do inconsciente e inconstante pulsar do coração.
À minha volta, as cores convergem vertiginosamente sintetizando-se no branco e o fio da vida reduz-se até ampliar desmesuradamente o eu em que se debate o frenesim da busca de um entendimento.

Quando assim acontece, invariavelmente coloco no leitor o CD e deixo-me sugar para o interior das Sinfonias de Mahler, o meu compositor de eleição e ao qual deixo ler na perfeição os desesperos e as aspirações.
Dentro delas, e no desenrolar das esotéricas evoluções dos seus temas, sinto-me como um Átomo, constantemente arremessado, invariavelmente ricocheteando, incessantemente reacendido até ao infinito pelos vários naipes da orquestra, e resolvo-me diluir os sentimentos ficando hesitantemente a pairar por entre o absoluto do silêncio e a mágica violência intrigante de uma nota aparentemente dissonante.

É aí, nessa magia feita de isolamento, que faço a leitura do que o Universo tende a esconder à urgência do viver. É aí que sorrio pelo re-encontrar da perdida e esquecida fórmula simples que me resolve e nos devolve o mistério do sentido da vida. É aí que num êxtase de Apocalipes me sinto solidário com o devir ao ser humano e com a sua teimosa constância na transição eternamente mitigada do corpóreo ao espiritual. É aí­, enfim, que me dispo da multiplicidade da consciência intrínseca aos seres vivos e aposto as nossas vidas na cumplicidade unilateral e universal entre os seres humanos.

O que de mim retorna a mim é um eu momentaneamente expurgado da contradição e tão abrangente que se assusta com o desapego à vida sentido pelo que de tão pequenino em si mesmo re-encontra nesse processo de retorno.

De repente... A enormidade da vida! Uma mão meiga que me afaga...Uns olhos penetrantes que me interrogam...Um sorriso tí­mido que em mim procura aprovação...Um abraço quente e terno que me devolve o sentido terreno...Um outro eu que se me oferece puro sem condições e com as suas contradições...Um mútuo "obrigado!" que nos confessa a ambos o desejo de eternidade...

Não, meu amor...Não era sonho nem desespero. Era só!, a minha maneira de te dizer que sou humano e que estas "viagens" retemperam em mim o gosto e o sentido de te amar.

Colocamos outro CD?


in "Folhas Soltas", J - 11.Dez.00

***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

30/09/07

JORGE PALMA-Bairro...

(...)

Eh, pá, deixa-me [ab]rir contigo

Desabafar contigo

Falar-te da minha solidão

Ah, é bom sorrir um pouco

Descontrair-me um pouco

Eu sei que tu compreendes bem
(...)

[...para quem continua a cá vir deixando, mesmo, algumas palavrinhas às quais não tenho dado resposta, mas...tenho lido!]
***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

29/09/07

Quando até um Santana Lopes sente necessidade de ter uma atitude digna, daquelas... pouco mais haverá para descer!



***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

26/09/07

Sinceramente...

...alguém ainda vai ter de me explicar, um dia, pra que diabo servem as férias!?, se uma pessoa, no regresso, tem de trabalhar mais do dobro em metade do tempo...porra de vidinha esta!

***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

Encosta-te a mim,

nós já vivemos cem mil anos

encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.

Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim
, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim

Jorge Palma

[O JP sempre teve o 'condão' de te secundar as palavras (ou de te 'cantar' o sentir); agora que não existes mais 'estas palavras' sabem-me a pouco...e reforçam, em mim, a raiva impotente do 'nunca mais'!]

***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

Jorge Palma - Encosta-te a Mim

18/09/07

Isto é q'está pr'áqui um Setembro!...


...que nem me apetece, como sucede todos os anos, cascar nos profs!...ou iniciar uma lista de bons propósitos a que sempre me proponho nos pós férias/praia...






***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

16/09/07

Desculpem lá, mas...

...este ano está difícil voltar de vez...não das férias propriamente ditas, mas...da praia! Não fosse esta mania dos filhos se deixarem ficar na casa dos pais até quase caírem de maduros...os filhos, entenda-se!, e eu bem que me mudava de vez pra fora da cidade!...Meus deuses!, se me dissessem há vinte anos que um dia sentiria isto diria que estavam loucos!!!




***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

12/09/07

O Blog NÃO acabou...as férias sim!!!








***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

15/07/07

Enquanto andam por aí uns papagaios...

...a papaguear sobre flexi_qualquer coisa...atente-se o quanto ainda temos sectores profissionais - altamente lucrativos para os patrões! - a viver na 'idade média' das relações de trabalho, em clara contravenção da nossa própria Constituição:
«TÍTULO III
Direitos e deveres económicos, sociais e culturais
CAPÍTULO I
Direitos e deveres económicos

Artigo 59.º

(Direitos dos trabalhadores)

1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:

a) À retribuição do trabalho, segundo a quantidade, natureza e qualidade, observando-se o princípio de que para trabalho igual salário igual, de forma a garantir uma existência condigna;
(...)




***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

10/07/07

A culpa nunca é dos professores...

Eu já nem digo nada!...limito-me a linkar...isto e isto...:=»

...afinal sempre digo qualquer coisinha...podia lá eu ficar calada!?!grrr...mas, segundo me constou, os autores dos variadíssimos - variadíssimos desde sempre, sejam quais forem os ministros e/ou os partidos a deter o poder! - exames com erros, erros esses que só são detectados após conclusão dos mesmos, até nem são professores! Eu não sei!, só estou a vender o peixe como o comprei...ao que parece até são uns marmanjos - daqueles que fazem parte do grupo dos "boy's" - que nem sequer na Universidade andaram - nem numa Independente, ou Moderna, quanto mais! - e que os ministros, à vez, resolvem recrutar assim a modos que nas fábricas, daquelas onde a produtividade é abaixo de cão e onde os coitados dos patrões se fartam de trabalhar para pagar os salários aos malandros e calaceiros dos trabalhadores! Ora, de exames elaborados por gente desta que mais se poderia esperar?



***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

09/07/07

Confesso que não costumo 'propagandear' o blog no ambiente de trabalho...toda a gente me conhece a 'panca' da net e sabe que tenho um blog - 'um quêêêê?? q'é q'é isso???'...pois! - mas é tudo gente doutras 'lides', gente que ainda acha que a net é só para maluquinhos...ou então alguns/algumas recém chegados e que descobriram uma forma pratica e, supostamente, eficaz para engates via msn's e/ou hi5's e quejandos...duns ou doutro(a)s tudo gente louca para quem ainda vê o mundo reduzido ao ram-ram do casa_trabalho_trabalho_casa_e_férias_a_termo_certo (e euros ainda mais certos!) para poder voltar ao ram-ram convictos que isso é que é vida!

Ora, vem isto a propósito de não ter resistido a levar-lhes um pouco do blog por via da suposta discussão supostamente travada entre mim e o Andreu V, nestes últimos posts. Começando por fazer uma mini sondagem acerca da suas supostas preferências sobre o trabalho ao domingo e suposta consequente melhoria financeira, fazendo referência que um suposto entendido na matéria tinha afirmado - na net, claro! - que essa preferência era a realidade dos trabalhadores portugueses, nomeadamente os dos hipermercados!:=»...tive que acabar por levantar um pouco do véu sobre o blog sob pena de...levar porrada!, por acharem que era eu que estava a defender tão peregrina ideia...já que, no entender daquela malta, até sou uma previlegiada ...porque folgo ao domingo! Se os 'ideólogos neteanos' se dessem ao trabalho de ouvir os comentários dos 'objectos inspiradores' das suas doutas ideias/opiniões/bitaites acerca do viver alheio e quem diz leis laborais, diz sobre o aborto, sobre o ensino, sobre as mais variadas vertentes da vida quotidiana da qual, ao que parece a quem os lê, estes 'opinadores' nada conhecem para lá do que se permitem ver através das suas janelinhas de gabinetes e/ou condomínios privados, resultando daí que o mundo (para eles) fica da medida das suas vidinhas confortáveis e protegidas.

É claro que, depois de muito 'cascarem' no infeliz detentor de tal ideia sobre os desejos dos trabalhadores portugueses, nomeadamente os dos hipermercados!:=»...lá nos desmanchámos a rir à pala de tamanha ignorância - este povo só sabe rir-se da infelicidade alheia, porra! - disfarçada de sabedoria a que costumamos chamar 'o saber dos doutores da mula russa'...isto porque nos defrontamos todos os dias, e várias vezes ao dia, com ideias e/ou directrizes que deveremos cumprir, mas que depois passadas à pratica nos fazem perder um tempo precioso que nos lixa a...produtividade!, a tal que os trabalhadores não sabem fazer render...pudera!, orientados por 'doutores da mula russa' que nada sabem do resultado prático daquilo que imaginam (muitas vezes mal!) no conforto dos gabinetes e mais ainda no conforto dos chorudos vencimentos que ganham à pala duns canudos porca e mal paridamente saidos de universidades que nem se sabe muito bem o que andam, afinal, a ensinar! E não me venham, agora, os deturpadores da palavra alheia com a treta de que isto pretende denegrir os doutores em favor dos não-doutores! Apenas entendo que não é um canudo que dá garantia do trabalho bem feito se o mesmo se desvincula da experiência de quem está há muito mais tempo no terreno. Num plano ideal - onde as pessoas seriam genericamente inteligentes - uns complementariam os outros e vice-versa formando, assim, equipas produtivas e rentáveis, mas...no meio laboral português, onde a estupidez (com canudo, ou sem) impera, raramente se consegue fugir a medidas e contra-medidas que 'comem' uma boa parte do tempo de trabalho, levando-se por vezes mais tempo a desfazer do que a fazer...

Bem...esta foi mesmo para dar a estocada mais ou menos final antes de iniciar a minha época balnear...daqui até lá prós Setembros - e nada de bocas foleiras!, a minha época balnear não quer dizer, necessariamente, férias!...que as tenho como toda a gentinha que trabalha: metade de Inverno e metade de Verão! - só que Verão é praia e assim sendo pra lá me mudo nesta altura...este ano já com uns bons (maus!) dois mesitos de atraso...pelo que só muito esporadicamente me darei ao trabalho de aqui vir 'plantar faladura'...por acaso para onde vou até já tenho net, mas...bahhhhh, não me parece que me apeteça intervalar a companhia do mar com um computador...para aqui vir ler alarvidades!...guardo-as para o Inverno, com o frio fico menos intolerante...:=»


***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

02/07/07

Haja pachorra para tanta alarvidade III

«(...)Se cometer alguma ilegalidade, todos concordamos que deve ser responsabilizado.(...)»

Se???, pois...só a ignorância permite usar um 'se' quando nos fartamos de assistir ao abrir e fechar (para voltar a abri noutro local) de empresas sem que sejam, alguma vez, penalizadas quer pelas falências fraudulentas, quer pelas dívidas deixadas para trás, das quais os trabalhadores são sempre os mais penalizados pois ficam com salários em atraso e, tantas vezes, com as vidas feitas num caos pela dificuldade em arranjar novo trabalho, ou por serem atingidos vários membros da mesma família ...Se???, pois...só a ignorância permite usar um 'se' quando nos fartamos de assistir ao abrir e fechar (para voltar a abri noutro local) de empresas sem que sejam, alguma vez, penalizadas quer pelas falências fraudulentas, quer pelas dívidas deixadas para trás, das quais os trabalhadores são sempre os mais penalizados pois ficam com salários em atraso e, tantas vezes, com as vidas feitas num caos pela dificuldade em arranjar novo trabalho, ou por serem atingidos vários membros da mesma família ...

«Quanto aos trabalhadores, se não quiserem continuar numa empresa "matreira" destas, podem muito bem pegar em si e investir o seu trabalho noutro local, noutro projecto, noutra empresa(...)Fácil é ficar na mesma empresa, investindo tempo e trabalho num projecto falido à partida. (...)Será que a solução é termos empresas artificiais, presas por arames, em que os direitos dos trabalhadores estão protegidos não por negociações livres, mas por legislação externa?(...)Mais: os trabalhadores, com o seu trabalho, não se poderiam juntar para criar outra empresa mais justa?(...)»

Agrupei tudo num link só para não parecerem muitas...as alarvidades! De resto, apenas me ocorre sugerir que se visite o Vale do Ave e regiões limítrofes, bem como a região de Setúbal; ou que se faça uma pesquisa pelo estado da nossa indústria...se é que se pode considerar indústria o que temos...ou então que se visite a região onde se acabou de encerrar uma fábrica, encerramento esse depois dos patrões terem dado à sola sem dizer água vai deixando tudo e todos a ver navios...ah!, mas antes - pela calada da noite - lá conseguiram retirar (roubar!) a maquinaria e a última produção, tantas vezes levada a cabo com trabalho extra que, claro, também nunca será pago!

«(...)ou será que o retorno do investimento (o tal lucro retirado a quem produz) é sempre injusto?(...)»

...é claro que é sempre injusto!, mas...dentro da lógica do 'se não podes vencê-los, junta-te a eles' - ou também porque entendo que nem toda a gente tem queda para viver do trabalho dos outros - acho que não teremos muito mais escolhas...por enquanto!, enquanto a humanidade continuar nesta toada de individualismo, egoísmo e salve-se quem puder!

«(...)a maioria das empresas portuguesas são pequenas e médias empresas, onde os "patrões" (o capital) trabalha tanto e a maioria das vezes mais do que os funcionários. (...)»

...outra falácia!, a fazer-me lembrar aquela do director lá da empresa que, tentando justificar a impossibilidade de aumentos e argumentando, perante uma a insatisfação geral, atira com esta: "vocês são uns ingratos!, os patrões fartam-se de trabalhar, muitas vezes até às tantas da madrugada, para garantir as verbas para os ordenados...por isso é natural que, depois, possam ter a compensação desse esforço comprando o 'bólide x' "...[é claro que nunca percebi porque raio tinham eles de 'trabalhar assim tanto' com tantos directores a ganharem balúrdios!?]...então porque raio é que o gajo que trabalha na sua 'empresa' - onde faz de patrão e empregado! - e se mata a trabalhar, não consegue o tal bólide!?, a casa na Quinta da Marinha!?, a quinta no condomínio fechado!?, as férias nos paraísos tropicais todos os anos!?, etc.,etc.,etc.,!?!? Pura e simplesmente porque se não tiver quem produza para lhe dar os lucros nada feito! Ah e também porque, neste país, só as empresas com uma razoável organização, conseguem fugir ao fisco...ser patrão/empregado, ou só empregado, não dá direito a arrecadar o grosso do fruto do trabalho produzido...é também por isso que continuamos a viver num país atrasado: enquanto as grandes acumulações de riqueza conseguirem continuar a fugir aos impostos como se foge, e apenas ao pequeno contribuinte é exigido o couro e o cabelo sem lhe dar contrapartida nenhuma [a saúde, a educação, a habitação é o que se sabe:quem pode pagar tem, nem não pode...arreia!] não me venham com tretas de patrões que trabalham mais que os trabalhadores, isso é duma alarvidade pura!...

Mas...o mais engraçado de todo o post é o final!:=»

«O que é irónico é que, na realidade, até penso que o grande problema em Portugal é a má gestão e não o mau trabalho (ou antes, o problema é o mau trabalho dos gestores). Precisávamos realmente de melhores empresários e para isso precisamos de mais empresários: ou seja, precisamos de projectos, de capital, de trabalho empenhado, de concorrência, de melhores processos, de melhor legislação, de melhor aproveitamento do tempo e também de mais liberdade de escolha por parte dos trabalhadores e dos empregadores, mais fluidez, mais flexibilidade, mais riqueza (para todos). Há sítios e empresas onde o aumento da produtividade tem efeitos benéficos para todos: são as chamadas empresas que funcionam.»

...eu também acho uma profunda ironia!, que o Andreu V. tenha escrito isto...Afinal, é o que tenho andado a 'berrar' - na exaltação tão habitual do português :=» - desde a primeira vez que lhe respondi, mas...enfim!

***...***...***
(
Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

01/07/07

Beleza é fundamental...



Uma foto que mais parece saída das pinceladas dum pintor...





***...***...***
(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW