***...***...***
29/12/07
***...***...***
Ou...a amizade n(d)o sec XXI
***...***...***
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amok_she
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12/29/2007 10:44:00 p.m.
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Etiquetas: desencanto
28/12/07
Depois ainda se admiram...
...se ñ tenho pachorra, nenhuma, pr'andar a largar 'boas festas' a torto e a direito!!!
***...***...***
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amok_she
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12/28/2007 12:22:00 p.m.
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Etiquetas: natal que é isso?
Aventura que é aventura deve viver-se em grande estilo!;-)
Uma das formas [correcção... a única forma!] de viver uma aventura com estilo é tirar o melhor partido de todos os nossos cinco sentidos...depois de ter colocado a funcionar.... o sexto!;-)
Ora, ninguém negará que um dos grandes prazeres da vida, logo duma boa aventura, é o prazer de comer ([perdoem-me a redundância;-)]. Assim, naquela minha "aventura sem destino", saboreei - pela primeira vez!!!...que raio, onde é que eu andava!? - uma das melhores refeições da minha vida...até hoje!;-)...não, suas mentes "perbersas", não foi dessas comidas!...foi um belo dum SUSHI!«O sushi associa os elementos básicos da alimentação japonesa, é fresco, é confeccionado manualmente, tem design, tem cor e nasce de um gesto.» ...hummmmm, aquele sabor a mar vale uma parte do paraiso...
"Sushi para pouco entendidos
Isso come-se? Come. E faz-se? Faz. Mas não é peixe cru? É, mas tem truques. Vários. Com jeito, à terceira tentativa dá para convidar os amigos. Até lá, é só seguir estas instruções. Atreva-se.
Paula Oliveira Silva, 2002-01-15
A sensação não é a mesma do que saltar de uma ponte amarrado a uma corda, mas, ainda assim, é um desafio. Se para alguns o simples facto de cozinharem um ovo estrelado já é um desatino, então o que será tentar fazer um prato oriental… Um bico de obra, é o que é. Mas se assim pensam é porque nunca experimentaram ou então nem sequer sabem como se faz. Nada que não se resolva nas próximas linhas.
O sushi é uma especialidade japonesa de que muita gente já ouviu falar mas que poucos conhecem ou sequer provaram. Só de ouvir “peixe cru” há quem torça o nariz e fique logo mal-disposto. Erro. Nada como provar, e depois sim, dizer se é de repetir ou não. E a resposta é sim.
É a primeira vez que tu vais tentar
A receita veio do oriente, é certo, mas em terra de mar e de tradições piscatórias como Portugal, é uma pena não se provar sushi uma vez na vida. Pelo menos para poder dizer, de verdade, se gosta ou não, porque isso de avaliar sem sequer ter provado, não está com nada. A nossa extensa costa oferece-nos peixe de muito boa qualidade, o que é meio caminho andado. Ou melhor, mais do que meio caminho, porque se o peixe não for fresco nem pense em meter mãos à obra.
Antes de avançarmos mais, é conveniente avisar que o arroz é a combinação perfeita (ou não fossem os japoneses orientais). É de tal forma o casamento certo que se só utilizar as fatias de peixe sem arroz passa a chamar-se sashimi, o que não é a mesma coisa, como deve calcular. Ponha então mãos à obra e vamos a isso. Para que fique tudo a preceito, o Lifecooler apresenta uma receita genuína praticada pelo restaurante japonês, o Samurai, em Lisboa.
Há sempre um amigo que ajuda a cozinhar
O arroz, que tem de ser de origem japonesa, deve ser colocado no hanguri, uma vasilha redonda e larga de madeira. Isto se quiser ser perfeccionista, porque, a não possuir esse utensílio, pode utilizar um recipiente que tenha lá em casa. Não é grave.
Lave o arroz até a água ficar transparente e depois coza-o normalmente, mas sem condimentos. Apenas em água. Note ainda que o arroz tem que ter a mesma medida de água. Assim, uma caneca de arroz equivale a outra de água. Deixe cozer. No final, faça um tempero de vinagre (japonês, mas se não tiver, utilize mesmo do nosso) e açúcar (não muito, é claro, senão ainda pensa que já passou para a sobremesa sem ter sequer provado o prato principal).
Se o arroz ficar mal cozido, deve levar um pouco mais de vinagre, se for bem cozido, menos vinagre. Desde já fica o aviso de que não deverá saber nem a uma coisa, nem a outra. Este é um truque que faz com que o arroz não descole após a preparação do sushi, por isso tem de ser em pequenas quantidades. Misture bem e deixe arrefecer pois deve ser manuseado a frio.
Sushi, the name is sushi man
Pode utilizar três tipos de peixe de entre os seguintes: atum, robalo, salmão, dourada, pargo ou linguado. Peixes com sabores muito fortes como o carapau não devem ser escolhidos já que como não vão ser cozinhados, o sabor tem tendência a tornar-se demasiado intenso. Em alternativa, o peixe pode ser substituído por lulas ou mariscos. Crus, claro.
Se conseguiu ler até aqui e ainda não desistiu da ideia de experimentar, continue que há mais.
Na tradição japonesa, só os homens é que podem manusear a faca, daí que, após ter preparado o arroz, aproveite para descansar enquanto o seu namorado faz o resto. Deixe-o ser o seu sushi man por um dia. (E depois pode sempre alegar que não serão os portugueses os primeiros a quebrar tradições milenares como as dos japoneses). Homens confeccionam, mulheres servem a refeição. Boa?
Corta essa
Para a preparação, utilize uma faca afiada. O peixe deve ser previamente amanhado e não deve ter nem espinhas, nem pele.
Corte o peixe em pedaços compridos e grossos e de seguida em fatias ainda mais finas e ligeiramente inclinadas. Após esta fase, utilize uma esteira de bambu na preparação. Coloque uma alga seca sobre a esteira, e o arroz sobre a alga, mais ou menos uma palma da mão cheia de arroz. E não se esqueça que sempre que manusear o arroz deverá molhar a mão para não colar. Mais um truque. Registe.
Espalhe o arroz na alga com os dedos húmidos. Sobre o arroz, na parte central, deve passar o dedo, após já o ter passado antes pelo wassabi, um piri-piri verde. Deve ser pouco porque é muito forte a tal ponto de as grávidas não o poderem provar. De seguida, coloque duas tiras de peixe, uma ao lado da outra. Com a ajuda da esteira, faça o formato de um rolo. Corte o rolo ao meio e corte novamente as metades ficando com três pedaços para cada lado. Depois é só decorar a gosto. Isto parece complicado, mas um homem é um homem. Se à primeira não der, corte-se e embrulhe-se mais vezes. Até ganhar o jeito
Vou-te comer
O molho, é outro dos componentes imprescindíveis. Num recipiente próprio, coloque molho de soja e um pouco (muito pouco) de wassabi. Certifique-se de que o picante se derreteu completamente no soja. Depois só tem de passar o sushi no molho.
Agora outro truque. Ponha sempre o molho de soja no lado do peixe cru. No lado da alga fica com um sabor salgado. Pequenos detalhes que para os orientais são tudo. Este molho de soja e wasabi vem aqui calhar que nem ginjas. Com o sabor com que fica na boca até se esquece o que está a comer. Percebe agora as vantagens do molho?
Ah, é verdade, só mais uma coisa. Quando mudar de rolo de peixe, trinque um bocado de gengibre que limpa o palato. Outro truque, pois claro. Mas trinque só um bocadinho porque tem um sabor muito forte, qualquer coisa parecido com um sabonete de supermercado. Pode crer que é verdade. Tem é de comer o rolo todo de uma só vez para o arroz não de desfazer. Acompanhe com chá verde ou saké, uma espécie de aguardente japonesa, mas bem mais fraca.
Por último, um aviso. Se ouvir algum japonês chamar sacana a alguém, não se assuste. É que essa palavra significa peixe em japonês. Mais nada.
E pronto, tenha uma boa refeição."
...e se nada mais tivesse valido a pena...só o ter-me sido facultado o prazer de saborear aquela refeição teria justificado tudo...esta sociedade idiota em que vivemos quase nos rouba esse prazer que é comer com volúpia e nós, idiotas maiores, quase nos deixamos levar nessa roda viva das dietas malucas para atingir uma perfeição que nunca alcançaremos, até porque não a desejamos, realmente...depois, viver um prazer sem culpas é outra das delícías que moralismos bacocos e estereótipos imbecis manipulam cobardemente...
...viva o prazer de transgredir regras e de...comer sushi!, lenta e voluptuosamente, de preferência com uma óptima companhia...;-)
***...***...***
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amok_she
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12/28/2007 12:43:00 a.m.
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27/12/07
Pronto, vá lá...
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amok_she
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12/27/2007 12:03:00 p.m.
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Etiquetas: natal que é isso?
25/12/07
Esta coisa do 'feliz natal'...
E, pensando e sentindo a falta que esses 'outros' me fazem, sabendo que o tempo que resta já não chega para recriar relações do mesmo tipo - a amizade, a intimidade, a confiança são 'coisas' que demoram anos, muitos anos, a compôr pelo que quanto mais avançamos na idade menos hipóteses temos para as repetir - cada vez menos me apetece festejar estas tretas natalícias...afinal, que porra é esta de ser Natal???
***...***...***
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12/25/2007 11:16:00 p.m.
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Etiquetas: natal que é isso?
20/12/07
Apetece-me relembrar (a mim mesma, principalmente!) isto...
Amok-A memória perdida: Eu gosto de (con)viver com as pessoas...
***...***...***(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW
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12/20/2007 11:16:00 p.m.
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19/12/07
19 Dezembro 2007
Frase da noite
nada é mais presente que a ausência
***...***...***
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12/19/2007 10:46:00 p.m.
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Etiquetas: Elypse
17/12/07
A virgem anda a dar conta do tico&teco do Luís...
«16 de Novembro de 2007
Agora a sério
***...***...***
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12/17/2007 10:31:00 p.m.
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Etiquetas: engenheiros, pufffffff
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12/17/2007 01:03:00 p.m.
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Etiquetas: Saudadosismos
O tempo não cura...nada!
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Etiquetas: Saudade
13/12/07
Raios, haja quem ainda 'meta a boca no trombone'!!!
...que eu já vou perdendo a pachorra!
Da Literatura: OS TÁXIS DE LISBOA
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12/13/2007 09:57:00 a.m.
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10/12/07
Kandinsky
kandinsky
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12/10/2007 12:40:00 a.m.
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Etiquetas: Kandinsky
02/12/07
'Fazes muito mais que o sol...'
***...***...***(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW
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28/11/07
Lá vai (re)começar a palhaçada...
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11/28/2007 10:06:00 p.m.
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Etiquetas: palhaçadas natalícias
27/11/07
Um post de merda
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11/27/2007 12:51:00 a.m.
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Etiquetas: merda de mundo
25/11/07
Obrigada, Fernanda C
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11/25/2007 12:46:00 a.m.
Etiquetas: cinco dias, fernanda cancio
Ainda sobre a grunhice dos autarcas de Mafra...
...o facto de ter perdido (ou estar anestesiada) a vontade de bater nestas aberrações, tão demonstrativas da pobreza intelectual portuguesa, não significa que não me mantenha a par e não me revolte...a vontade de exprimir essa revolta é que está demasiado reduzida por me parecer, cada vez mais, uma perda de tempo, energia e...fortes doses da minha sanidade mental! Assim, fico-me por linkar* quem, melhor que eu, exprime o quanto este tipo de atitudes nos mostra como ainda existem tantos 'sousas laras', bafientos e salazarentos, neste país(zinho)...
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11/25/2007 12:18:00 a.m.
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Etiquetas: pobreza d'espírito
24/11/07
uooopsss, parece que o amok fez anos...
***...***...***
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amok_she
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11/24/2007 10:55:00 p.m.
Etiquetas: aniversário
23/11/07
'O meu amor tem lábios de silêncio...'
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11/23/2007 03:50:00 a.m.
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Etiquetas: Saudade
A lavagem de alma...no Coliseu
...Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar...
***...***...***(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW
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11/23/2007 02:48:00 a.m.
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Etiquetas: jorge palma
15/11/07
Em tua memória...relembro!
'Personagem meditando sobre a loucura', Magritte, 1928
'Conhecer'
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amok_she
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11/15/2007 11:48:00 p.m.
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Etiquetas: Saudade
14/11/07
Novembro 10, 2007 por Fernanda Câncio
todas as mortes são súbitas. todas nos remetem para um silêncio essencial. e ao mesmo tempo para a necessidade, ou até a vontade, de dizer. qualquer coisa. (...), in cinco dias
***...***...***
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amok_she
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11/14/2007 12:00:00 a.m.
Etiquetas: Saudade
13/11/07
***...***...***
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amok_she
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11/13/2007 11:07:00 p.m.
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Etiquetas: Saudade
10/11/07
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amok_she
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11/10/2007 12:17:00 a.m.
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09/11/07
(...)
Obs: Ainda bem que o António Vitorino não deixou passar este caso em branco. É uma situação revoltante que teve de ser resolvida com intervenção superior, mas após exposição de sentimentos e dor na esfera pública - que aí fez eco e pressionou o poder para decidir. Este método é, igualmente lamentável, até parece que vamos fazer a guerra só para testar a eficácia das armas. Algo de errado se passa nas nossas democracias e no sistema mediático que o parasita e retro-alimenta, porque hoje essas instituições estão tão falhas de valores que tratam as pessoas/utentes e até os seus próprios funcionários como um cão abandonado numa valeta. Por isso, ver aqui que AV investiu o seu capital intelectual na descrição (e denúncia) deste caso também não deixa de reflectir uma atitude e um gesto de nobreza e grandeza - ética, social e também política verdadeiramente assinaláveis. Mande-se o texto para a impressa de Guttenberg com carácter de urgência.
posted by RPM
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amok_she
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11/09/2007 11:42:00 p.m.
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Etiquetas: Macroscópio
(...)
No fundo, o mundo representado no microcosmo familiar. Isso interessa-me.», in Insónia
***...***...***
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amok_she
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11/09/2007 09:59:00 p.m.
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Etiquetas: insónia
04/11/07
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11/04/2007 04:19:00 p.m.
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Etiquetas: vida e morte
31/10/07
A tua voz sossega-me... Sossega em mim o desejo de partir e de te
procurar...Sossega em mim a loucura de me afundar no nosso rio e de te
procurar no profundo azul sabendo que a viagem seria sem retorno...
"Nos teus braços morreria" e na tua boca reviveria o sonho impossível
de tudo desconstruir tendo-te...Na tua voz recordo teus olhos marejados pela injustiça da incompreensão do que nos rodeia...Na tua voz revivo os sons de um amor eterno e puro que ninguém mais viverá porque nosso...
Porém, no silêncio da tua voz sinto o brilho dos meus olhos e no brilho dos meus olhos sinto-me o espelho do teu amor...
E rio-me...Rio-me das definições...das sentenças...das certezas...Rio-me da perenidade dos sentimentos alheios...do pequenino que é o amar dos
outros...do "teatro" das vidas que perante nós desfilam...Rio-me do espanto
desajustado de quem não sente o simples...de quem não sente o difícil da distância...de quem não sente o quente que o afastamento não esfria.
(...)
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amok_she
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10/31/2007 12:13:00 a.m.
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Etiquetas: Saudade
30/10/07
Lavo os ouvidos e a alma com o Concerto para Violino e Orquestra (Fá menor /Op.64) de Mendelsson para conseguir a coragem de atacar e te dedicar os meandros do Concerto para Piano e Orquestra nrº 1 (Si Bemol Menor /Op.23) de Tchaikovsky.
Realmente, a tua surpresa foi magnifica. O teclado novo mas condescendente ao toque, os pedais que suavizam a minha impetuosidade permitindo-me abafar dos outros o que só a nós diz respeito, os martelos de madeira nobre por sobre os feltros verdes a fazer repercutir o cordame com a afinação doce e precisa...Tudo conjugado para que o bichano faça o arco de consolação e se delicie olhando pela janela a nesga do nosso rio sem que a magia do momento fique arranhada pela perenidade das desconstruções apressadas.
As tuas mãos nos meus ombros, a espiaram a evolução dos meus dedos no teclado, proporcionam-me o cromático que me falta para poder dar-te a real escala do que me invade na eterna luta entre os crescendos e os diminuendos.
Olhando-te através do reflexo que os vidros da janela me enviam, os teus olhos devolvem-me a certeza de que o momento é nosso e de que ficarão eternamente a pairar naquela sala muito para além da nossa momentânea passagem.
Páro a meio do Tchaikovsky, precisamente quando o meu diálogo com a orquestra parece em sintonia divina e uníssona: os violinos lutam com os contrabaixos pela primazia da tua presença e as trompas e as flautas inrompem em alertas de desassossego triunfal até que imponho, numa escala freneticamente decrescente e quase dissonante, a vontade crescente de eternização do nosso tema...
Sinto o tremer da tua incompreensão...Sem saber porquê, ou sabendo-o no interior do meu desejo, as minhas veias ganham a vida necessária para voltar a Mendelsson, vindo-me à memória das nossas mãos o Rondo Capriccioso em Mi Maior (Op.14).
O seu final, já por nós partilhado de memória e com os livros desarrumados pelo chão, é a confirmação de que a escolha daquele local e daquele piano foi ditada pelo conhecimento mútuo de que os pedacinhos que tentamos resguardar um do outro são o que nos une na nudez da alma.
@rco
99.12.20
***...***...***
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amok_she
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10/30/2007 11:51:00 p.m.
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09/10/07
O omnipresente latejar da pressão nas têmporas torna-me consciente do inconsciente e inconstante pulsar do coração.
À minha volta, as cores convergem vertiginosamente sintetizando-se no branco e o fio da vida reduz-se até ampliar desmesuradamente o eu em que se debate o frenesim da busca de um entendimento.
Quando assim acontece, invariavelmente coloco no leitor o CD e deixo-me sugar para o interior das Sinfonias de Mahler, o meu compositor de eleição e ao qual deixo ler na perfeição os desesperos e as aspirações.
Dentro delas, e no desenrolar das esotéricas evoluções dos seus temas, sinto-me como um Átomo, constantemente arremessado, invariavelmente ricocheteando, incessantemente reacendido até ao infinito pelos vários naipes da orquestra, e resolvo-me diluir os sentimentos ficando hesitantemente a pairar por entre o absoluto do silêncio e a mágica violência intrigante de uma nota aparentemente dissonante.
É aí, nessa magia feita de isolamento, que faço a leitura do que o Universo tende a esconder à urgência do viver. É aí que sorrio pelo re-encontrar da perdida e esquecida fórmula simples que me resolve e nos devolve o mistério do sentido da vida. É aí que num êxtase de Apocalipes me sinto solidário com o devir ao ser humano e com a sua teimosa constância na transição eternamente mitigada do corpóreo ao espiritual. É aí, enfim, que me dispo da multiplicidade da consciência intrínseca aos seres vivos e aposto as nossas vidas na cumplicidade unilateral e universal entre os seres humanos.
O que de mim retorna a mim é um eu momentaneamente expurgado da contradição e tão abrangente que se assusta com o desapego à vida sentido pelo que de tão pequenino em si mesmo re-encontra nesse processo de retorno.
De repente... A enormidade da vida! Uma mão meiga que me afaga...Uns olhos penetrantes que me interrogam...Um sorriso tímido que em mim procura aprovação...Um abraço quente e terno que me devolve o sentido terreno...Um outro eu que se me oferece puro sem condições e com as suas contradições...Um mútuo "obrigado!" que nos confessa a ambos o desejo de eternidade...
Não, meu amor...Não era sonho nem desespero. Era só!, a minha maneira de te dizer que sou humano e que estas "viagens" retemperam em mim o gosto e o sentido de te amar.
Colocamos outro CD?
in "Folhas Soltas", J - 11.Dez.00
***...***...***
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10/09/2007 12:25:00 a.m.
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Etiquetas: Saudade
30/09/07
| JORGE PALMA-Bairro... |
Eh, pá, deixa-me [ab]rir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu compreendes bem
(...)
[...para quem continua a cá vir deixando, mesmo, algumas palavrinhas às quais não tenho dado resposta, mas...tenho lido!]
***...***...***
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9/30/2007 01:25:00 a.m.
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Etiquetas: jorge palma, Saudade
29/09/07
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9/29/2007 12:34:00 a.m.
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Etiquetas: está tudo louco
26/09/07
Sinceramente...
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9/26/2007 12:52:00 a.m.
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Etiquetas: pós-férias
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Jorge Palma
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9/26/2007 12:33:00 a.m.
Etiquetas: Saudade
18/09/07
Isto é q'está pr'áqui um Setembro!...
***...***...***
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amok_she
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9/18/2007 11:42:00 p.m.
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