12/09/05

Como se já não bastasse...

...ver o gajo rendido às delícias dos €€€€€€€€€€


...ainda tenho de assistir à MAIS ABSURDA representação do que é NÃO SABER CANTAR!???...que o gajo não cantava sabia eu!, também não era isso que me seduzia...que o gajo era um sabidão do marketing, apesar de ingénua, também sempre o reconheci!, mas porra!...não lhe chegava receber o raio do cachet dum dos pilares do poder contra o qual sempre se rebelou?!?...ainda precisava fazer aquela triste, rentável será certo, mas triste...tristíssima figura!???!...já só me falta ver o Jorge Palma seguir-lhe os passos...

Já não bastava ver um Bush, ainda mais estúpido que uma loura, proclamar "Hoje, os Estados Unidos enfrentam um outro desastre (Nova Orleães) que causou destruição e perda de vidas", afirmou George Bush, acrescentando que, desta vez, a devastação não foi provocada pela ambição desmedida dos homens maus, mas pela fúria incontrolável da água e do vento."...ah pois não!!!


...irra q'este mundo 'tá mesmo de loucos, mas loucos estúpidos, caraças! Tirem-me deste filme!


***...***...***
(Magritte)/"
Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW

08/09/05

«Encontramo-nos todos lá»;-)

E eu serei a que estiver a falar...a falar...a falar...a falar...para reclamar por tudo, por todos, com tudo e com todos...sempre!Porque o mundo nunca o irei endireitar, naturalmente...;-)

E a loucura faz sentido? E era para fazer...?

:-*


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Fuga do Ódio

Queres amar a vida e não te deixam. Tens de respirar o ódio, o insulto, o bafo azedo do vexame e isso faz-te mal. Emanações de um pântano de febres, de esgotos a céu aberto com o seu fedor de vómito. Um dos tormentos do inferno medievo era esse, o fedor - a essência da podridão. E o que te fazem respirar de uma flor, do aroma de existires? Porque é que o ódio é assim fundamental para os teus parceiros em humanidade existirem? Têm uma estrutura diferente de serem, Deus fabricou-os num momento de mau génio. Vale a pena irritares-te contra a existência da víbora ou do touro?

Vergílio Ferreira, in 'Escrever'
fonte:



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É suposto...

...continuar(mos) loucos...sob pena de se cometer o pecado (mais que mortal!) de nos tornarmos normais...

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07/09/05

Quarta-feira, Setembro 07, 2005
Não há nada melhor que um grupo de gente inteligente ociosa.

# posted by elmano @ 9/07/2005 08:02:00 PM

É!...costuma resultar em ócios muito interessantes...;-)

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06/09/05

«Terça-feira, Setembro 06, 2005
Não há nada pior que um grupo de gente estúpida feliz.

# posted by elmano @ 9/06/2005 01:24:00 AM»

Eu diria antes: nada mais abjecto que "um grupo de gente estupidamente feliz"...como se alguém pudesse ser feliz com o mundo virado do avesso...


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31/08/05

Coisa curiosa esta...

...a deste bloguinho ter sido "invadido" pelos brasis!?!...sem perceber nada de estatísticas diria que pr'ai 90% das visitas destes últimos tempos vêm do Brasil...e os outras 10% vêm dos sítios mais estranhos...como Arábia Saudita(!?) e Japão(!?)...my god!!!...e depois - outra coisa curiosa:-> - é o termo de pesquisa nos motores de busca que remetem pr'aqui...mas que raios!, eu tenho pr'aqui alguma coisa que se pareça com "oferta" de sexo????...dai-me pachorra!!!

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É Festa

Quando a gente ama faz qualquer loucura
Só se pensa em cama, se perde a censura
A alma desembesta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Quando a gente gosta, gosta de anarquia
Anda descomposta, fica mais vadia
Faz o que não presta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Ah! Vale tudo na hora da gente amar
E a gente diz coisas que nem ia imaginar
Me lambe, me morde, me arranha, me bate
Ah! Isso não tinha que acabar

Quando a gente ama rir de orelha a orelha
Faz qualquer programa, o que der na telha
Canta até seresta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Quando a gente gosta some do analista
Topa até proposta de ser naturista
Ri de quem contesta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Ah! Vale tudo na hora da gente amar
E a gente diz coisas que nem ia imaginar
Me lambe, me morde, me arranha, me bate
Ah! Isso não tinha que acabar

Quando a gente ama anda mais risonha
Vira mulher-dama, fica sem vergonha
Traz isso na testa, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Quando a gente gosta claramente assume
E se alguém encosta morre de ciúme
Paga até sugesta, é festa, é festa, é festa, é festa...
Até quando o sol raiar

Até quando o sol raiar...

Simone

Composição: IVAN LINS E PAULO CESAR PINHEIRO

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29/08/05

uooppsss, vai um... ? ;-)

Mai Tai

Ingredientes

50 ml rum da Jamaica ou Martinica
100 ml sumo de ananás
100 ml sumo de laranja
25 ml grenadine

Preparação:
Misture os ingredientes num "shaker" cheio de gelo partido e agite bem durante alguns segundos. Sirva logo de seguida.

Dica
O Cape Codder, o Greyhound e o Salty Dog são variantes deste cocktail, recorrendo apenas a um dos sumos. No primeiro usa-se unicamente o arando, enquanto que no Greyhound e no Salty Dog mistura-se a vodka com o sumo de toranja fresca. No Salty Dog, no entanto, deve molhar-se o rebordo do copo com um pedaço de limão e invertê-lo, depois, num pratinho com sal, de forma a deixar uma fina faixa de sal colada ao lábio do copo, como se faz na Margarita. O Salty Dog não necessita de decoração com a rodela de lima.

Curiosidades
No Claridge's (um famoso bar londrino) a bebida serve-se em copo alto com gelo e decora-se com um raminho de hortelã fresca, cereja de cocktail e rodela de laranja, unidos por meio palito. A receita original, de Victor Bergeron, é diferente. Ele começou por utilizar rum jamaicano J. Wray & Nephew, de 17 anos, sumo de uma lima fresca, curaçao de laranja Holland DeKuyper (15 ml), orgeat francês Garnier (15 ml) e açúcar. O êxito do Mai Tai obrigou-o a fazer adaptações e a procurar marcas alternativas para o rum - como a Coruba e Red Heart (Jamaica) e St. James (Martinica) - e para o orgeat, que é um xarope não alcoólico com sabor a amêndoa. Hoje em dia a Trader Vic tem marcas próprias de Mai Tai Premium Gold Rum e Mai Tai Mix. Tal como Victor Bergeron adaptou livremente a cozinha polinésia ao paladar norte-americano ("A comida da Polinésia é a maior porcaria que eu alguma vez provei", disse ele uma vez), também a generalidade dos barmen de todo o mundo temperou a seu gosto a receita do Mai Tai.

fonte:

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28/08/05

E mais um verão que se acaba...

O ciclo que se repete. A vida que segue sem se deter nos pequenos nadas até que um nada maior se lhe oponha. É o Verão a acabar: a nostalgia do que se esgota misturada com a euforia dos novos sonhos. Mais do que no final de cada ano, é no findar do Verão que me sinto renovar. As baterias estão recarregadas: o mar, sempre o eterno e imprescindível mar que me devolve o desejo renovado. Durante muito tempo ainda recordarei o quente da areia, a brisa suave que me refresca o braseiro das horas passadas na beira mar tostando a pele, limpando ideias, relativizando dores e apagando amarguras. Não há como negar: no Verão adoro-me!;-)

Assim sendo, recarregadas as baterias, cá volto eu pronta para reclamar, reclamar sempre contra tudo e contra todos. Ah pois!...não se pense que por me sentir cheia, plena, em força comigo e com o mundo, isso me vai impedir de ver a merdice que por aqui anda:

- ele é o país que arde, todos os anos mais que no anterior...mas porra!, ainda temos alguma coisa mais para arder???...e não há maneira de, ao invés de se repetir a mesma lenga-lenga todos os anos, se tomarem as medidas adequadas para lá das que se repetem e não se praticam? que merda é esta de se ameaçar os velhos que ficam lá pelos interiores abandonados, onde os filhos e demais abutres se alorpam nas férias (se não existir fogo, claro!, porque se existir os bombeiros que apaguem e o governo que, depois, dê os subsidios!) para ir carregar as traquitanas com as batatas, os azeites, os enchidos fumados "caseiros, pois então", etc, etc, etc. É claro que é preciso limpar os pinhais e os proprietários têm essa responsabilidade, mas...como pedir o cumprimento dessa responsabilidade a uma velha que teima em "lá ficar porque a terra é nossa e é um valor para deixar aos filhos", e se a velha não fica, se os velhos não ficam...as coisas não ardem???...há uns anos atrás bradava-se aos céus que a culpa era dos madeireiros, agora a culpa é dos "criminosos que pegam fogo a tudo" (com a comunicação social de merda que temos só podia dar nisto: reportagens da treta só para encher a barriguinha dos mirones de sofá!)...mas c'os diabos!, interesses menos claros existem em todo o lado, loucos também, mas...são só essas as causas dos incêncios?...é claro que há fogo posto seja por loucos, ou por interesses escusos, mas também há muita incúria, há desleixo, há falta de pensar e programar antes!, desatar a limpar espingardas em tempo de guerra só lembra aos parolos burros que é a sina deste povo que passa a vidinha frente à tv cada vez mais estupidificante!...e como bons seguidores dos ensinamentos, bem enraizados ainda, do professor ( o outro!, o salazar!) só se lembram da santa barbara quando faz trovões, claro!...que o façam e sofram as consequências ainda se tolera, mas que o façam e depois se atirem a quem vai fazer o que eles deviam ter evitado - os bombeiros! - essa, então, é mesmo sinal do quão estúpido este povo se tornou!... quem que não seja estúpido vai meter uma "maison" no meio do pinhal e nem sequer acautela meios de prevenção contra o fogo? quem que não seja estúpido vai meter um armazém de tintas no meio do pinhal? quem que não seja estúpido insiste em fazer a festarola da aldeia abrilhantada pelo fogo de artifício? quem que não seja estúpido acha que exitirão, alguma vez, bombeiros suficientes para gerir calamidades naturais às quais se juntam a mão do homem estúpido?

- ele é a corja de políticos corruptos e com tanta lata nas fuças que daria para montar uma cadeia de ferro-velho!... mas em que raio de país que não seja terceiro-mundista é que se admite que gentalha, com processos penais às costas, se candidate ao que quer que seja, quanto mais a gerir dinheiros públicos - ele é o torres do marco que já não marca nada; ele é o major dos futebóis e dos gondomarenses que se vendem por uma torradeira; ela é a fatinha 'tadinha lá pelos brasis à espera que lhe façam justiça, 'tadinha!; ele é o isaltino_da_conta_na_suiça_que_não_era_dele_mas_do_sobrinho... pois, m'engana q'eu (e o povo) gostamos - ele é o baralhar e tornar a dar a mesma receita estafada dos candidatos a Belém com um "bisavô" que se pouco fez antes que mais fará agora? e o tal que "nunca se engana(va)", será que agora já sabe que "nunca digas nunca"?

- depois é este maralhal encarneirado que protesta estúpidamente nas filas, na estrada (dentro dos pópós, claro!), mas que nada faz e a única preocupação é que o dinheirinho chegue no fim do mesinho para pagar o ter e o haver porque o ser é coisa que pouco os preocupa...é mais interessante parecer...

Ah mar, mar...ainda não acabou de todo e já tenho saudades!

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03/08/05

Quando eu morrer...

[Gostaria (muito!) de colocar aqui uma determinada imagem...]
NÃO me façam homenagens!
(duvido que alguém pense nisso!)
NÃO me lamentem a morte!
(nem a vida porque a tenho vivido à minha medida e conto continuar!)
NÃO me ofereçam mais lamechices que aquelas que me obrigaram a suportar em vida! (poupem-me, ao menos na morte!)
NÃO me mascarem do anjo que nunca fui!
(Nem me roubem o diabo que quis ser!)
Triste, triste é ver-se os tristes cairem na vulgaridade de dar à morte o que recusaram à vida...
Triste, triste é ver quem estende o véu do reconhecimento perante a morte, quando em vida ofereceram a indiferença do silêncio...nem sempre o silêncio é de ouro, por vezes mata...
Triste é ver - agora depois de morta!? - quem reconheça as qualidades que lhe recusaram em vida...quem reafirme algo que, a ela, lhe teria sabido bem ouvir em vida...talvez até mais do que "saber bem", quem sabe, lhe tivesse feito falta, muita falta!?!
Nem sempre o silêncio é de ouro...por vezes é indiferença pura que mata...
NÃO me ofereçam, em morta, a ternura que eu preciso em vida!
Obrigada, Maite, por te teres permitido sair do charco da vulgaridade dos restantes comentários...
(mas, permite-me duvidar e muito(!) do teu pensamento final!)
Maite said...
«Professor obrigada por me ajudar a compreender um pouco a Circe e alguns dos seus desabafos extemporâneos e incompreensíveis. Eu sempre "vi" a Circe como alguém que gostava de fazer "cenas" para seu bel-prazer (que até acho ser legítimo), estava muito longe de pensar que era muito mais que isso.
O que aconteceu impressionou-me profundamente por se tratar de "uma de nós" como diz o Professor. Mas também, porque eu e ela vimo-nos numa "conversa", que agora penso que tenha sido crua e brutal da minha parte, precisamente por desconhecer a Circe.

Penso que a ela nunca será esquecida por nenhum de nós.»

01.08.2005, 2:13 PM


«Amok_she,

Somos mesmo gémeas, hein?! ;)

Quem mais jura mais mente ...Bhaaa!»
--

Posted by circe to Amok-A memória perdida at 7/20/2005 04:20:30 PM
Esse Bhaaa! vai perseguir-me para sempre... sinto-me roubada pela tua morte!; roubada por não me teres dado tempo para te conhecer (só precisava que o verão acabasse...); roubada e estúpida por perder tanto tempo com gente que não presta e não ter sido capaz de abdicar do raio do verão!...um dia nos encontraremos...juro! (e não te atrevas a duvidar...de novo!)L.O.
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26/07/05

«Eu sou eu e a(s) minha(s) circunstância(s)...»

...a propósito de alguém me ter referido esta citação atribuindo-lhe uma autoria errada...e porque sempre achei esta citação como uma das mais interessantes (e aliciantes, na medida da busca a que me obriga) ...aqui deixo um pequeno excerto com a ajuda do CITADOR...

«Não são as Circunstâncias que Decidem a Nossa Vida

A nossa vida, como repertório de possibilidades, é magnífica, exuberante, superior a todas as históricamente conhecidas. Mas assim como o seu formato é maior, transbordou todos os caminhos, princípios, normas e ideais legados pela tradição. É mais vida que todas as vidas, e por isso mesmo mais problemática. Não pode orientar-se no pretérito. Tem de inventar o seu próprio destino.

Mas agora é preciso completar o diagnóstico. A vida, que é, antes de tudo, o que podemos ser, vida possível, é também, e por isso mesmo, decidir entre as possibilidades o que em efeito vamos ser. Circunstâncias e decisão são os dois elementos radicais de que se compõe a vida. A circunstância – as possibilidades – é o que da nossa vida nos é dado e imposto. Isso constitui o que chamamos o mundo. A vida não elege o seu mundo, mas viver é encontrar-se, imediatamente, em um mundo determinado e insubstituível: neste de agora. O nosso mundo é a dimensão de fatalidade que integra a nossa vida.
Mas esta fatalidade vital não se parece à mecânica. Não somos arremessados para a existência como a bala de um fuzil, cuja trajectória está absolutamente pré-determinada. A fatalidade em que caímos ao cair neste mundo – o mundo é sempre este, este de agora – consiste em todo o contrário. Em vez de impor-nos uma trajetória, impõe-nos várias e, consequentemente, força-nos... a eleger. Surpreendente condição a da nossa vida! Viver é sentir-se fatalmente forçado a exercitar a liberdade, a decidir o que vamos ser neste mundo. Nem mum só instante se deixa descansar a nossa actividade de decisão. Inclusivé quando desesperados nos abandonamos ao que queira vir, decidimos não decidir.

É, pois, falso dizer que na vida «decidem as circunstâncias». Pelo contrário: as circunstâncias são o dilema, sempre novo, ante o qual temos de nos decidir. Mas quem decide é o nosso carácter.

Ortega y Gasset, in 'A Rebelião das Massas'


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19/07/05



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Se não tivesse decidido retirar-me do "circuito", apaixonava-me por este gajo, caramba!!!



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Apesar de, com o calor, adorar nada fazer...fazem-me falta estes borrifos de alma!

«(...)
Vem entregar a tua sublime candura de ave pura
Que afinal nunca soubeste ser e se já o soubesses
O que farias comigo, eu rosa-dos-ventos de voos perdidos?
Somos singelas miragens num mundo concreto em convulsão
Mas disso não supões nada, e eu, infelizmente, pressinto tudo...
(...)
in SULturas



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12/07/05

JURO!

Juro que, mal volte deste apagão mental provocado pelo calor, pelo chamamento do mar e pelo prazer de fazer nada!, trarei aqui um tema para discutir até "às raias do ódio"...O CIÚME!...o estúpido CIÚME, esse assassino do amor e da paixão!, juro!!!

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ai!ai!ai! (eu, chocadíssima!!!)

«(...)Fica então uma salutar ideia para criação de uma nova cadeia de catedrais de catarse sociológico, para os desgraçados dos bons cidadãos de zonas suburbanas e outras aberrações periféricas: ABOMINO-TE (...) ABRENÚNCIO FOGUETEIRO! ETCAETERA! ETCAETERA!(...)»

posted by elmano @ 7/11/2005
...ó c'um caraças, Elmano!...q raio tens contra o Fogueteiro????!???? (eu, chocadíssima!!!)


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05/07/05

O suicídio não é querer morrer, é querer desaparecer
Perros, Georges - [Escrevemos porque ninguém nos ouve ]


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Grata, Circe, q me vens socorrer neste vazio d'inspiração...;-)

At 5/7/05 15:08, circe said...
Emídio G, um HOMEM resistente, lutador, lúcido, já utópico não digo, e não é declarado 1 dia de luto nacional?????????

Ah, por ser Maçon? Por ser Democrata? Será que a Censura acabou? Ou é uma ilusão de óptica /audição minha verificar o
jeito cauteloso com que os outros me lêem knd os chamo camaradas?

HUM k esta gaja é comunista, carago, anda sempre a mandar bokas sobre a mais-valia e o camandro, e outras vezes põe-se a dizer que o Sá Carneiro + a Snu nos deram a mais linda história de Amor no
Portugal dos Pequeninos, e andou prái a adular o Lucas Pires, aquele CDS que diz a gaja ter sido o melhor Ministro da Cultura dos últimos séculos, e recorta todas as crónicas dum tal Pedro, que Mexia - e ainda mexe - com ela, atão mas se o gajo é de direita
bha, não diz coisa com coisa, sobretudo em dias de temporal, já que diz o pobo, o bento ataca muito os malucos....

ooops, tá na hora dos trabalhos
(re)forçados, até amanhã
ca(marada) ala k s faz tarde, ;)

CIRCE



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21/06/05

Não posso ir embora sem fazer uma referência aos que partiram...

...não!, não é no registo de tristeza que os quero recordar...partiram cheios da vida vivida que viveram!...não se limitaram a passar por cá, passaram e deixaram as marcas eternas de quem nunca morre...com Álvaro Cunhal e Vasco Gonçalves foram-se os últimos utópicos do nosso tempo...com Eugénio de Andrade foi-se O poeta da palavra simples que tudo (nos) dizia...do Amor!

(ainda cá voltarei, nem poderia não o fazer...)

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NÃO!NÃO!NAÕOOOOOOOOOO...

...não acabou NADA, gentes!

O calor faz(me) sempre destas...deserto prá praia!...e na praia ñ há net, claro!;-) É claro q tem havido mais umas coisitas q me têm feito perder o norte, perdão, o sul!;-) e nem a um cyber café tenho tido tempo para ir...como o fiz agora!...porra!, já tinha saudades disto!...e dos fractais!:-))) ...querem saber a melhor??? (ou pior, depende da perspectiva:->): ao entrar aqui, hoje, achei isto mt "pobrezinho"!...qd voltar tenho q dar uma grande guinada nesta coisa!...juro!
Não sei se vou ter tempo p'ra dar uma voltinha p'los meus blogs d'estimação...é claro q ao preferido já lá fui! ;-) :-> :-)))...mas fiquem certo(a)s q desistir ñ faz parte das minhas opções, nem sequer foi por cansaço...é mesmo o calor e uma adoração extrema por praia...houve tempos em q o "vício" da net até da praia me afastou, mas...os vícios curam-se, né?!?;-)

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07/06/05

Acabou...



"Acabou nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
Ninguém passa mais brincando feliz
E nos corações
Saudades e cinzas foi o que restou.
(...)
E no entanto é preciso cantar
Mais que nunca é preciso cantar..."

- Vinicius de Moraes


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Mais fractais...acho que me apaixonei!:-)


silhouette Posted by Hello

'CAOS E ORDEM
A dualidade que rege o universo desde o seu primórdio.

O estudo dos fractais está ligado à teoria do caos, que busca padrões organizados de comportamento dentro de um sistema aparentemente aleatório.

A ciência dos fractais apresenta estruturas geométricas de grande complexidade e beleza infinita, ligadas às formas da natureza, ao desenvolvimento da vida e à própria compreensão do universo. São imagens de objetos abstratos que possuem o caráter de onipresença por terem as características do todo infinitamente multiplicadas dentro de cada parte, escapando assim, da compreensão em sua totalidade pela mente humana.'


Rodrigo Siqueira


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Wittgenstein e fractais...Vasco, ajuda aqui!;-)

in Grupo Fractarte
Epsilon Posted by Hello



...eu e a matemática é assim a modos que a relação de amor_ódio
mais marcante da minha vida...



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06/06/05

E depois das limpezas...;-)

...queria "falar" de Arte
...da Arte perante a qual me confesso uma ignorante absoluta(!)mente intuitiva...

...mas, depois dum dia passado na praia com um calor abrasador
...e a esta hora!?!
...só me ocorre dizer que Arte é tudo aquilo que me faz voar deste mundo - porco, feio e mau! - para o mundo da utopia!:-)

...bons son[h]os...
;-)
:-*


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05/06/05

Pequena experiência...silenciosa!;-) (temp.)

Acabei de silenciar - temporariamente! - a música de fundo...só para confirmar se as dificuldades de acesso de alguns se deve, mesmo, ao ficheiro da música.

Quanto às imagens, vou dar uma vista de olhos pelas mais antigas, mas as recentes têm estado a ser publicadas via sistema próprio do Blogger. Em todo o caso tenho acedido a este Blog através doutros computadores q não o meu - e o meu nem sequer é nenhuma máquina fórmula_um!;-) - e ñ tenho notado dificuldades, mas...eu só quero o vosso bem!!;-)))

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03/06/05

MJ Eloy 2

Posted by Hello
'Poeira de Cantor'
*
Acrílico sobre tela, 1,45x1,05 m
MJ Eloy 2003

Cultivar o deserto

como um pomar às avessas.



(A árvore destila

a terra, gota a gota;

a terra completa

cai, fruto!



Enquanto na ordem

de outro pomar

a atenção destila

palavras maduras).



Cultivar o deserto

como um pomar às avessas:



então nada mais destila; evapora;

onde foi maçã

resta uma fome;



onde foi palavra

(potros ou touros

contidos) resta a severa

forma do vazio.



João Cabral de Melo Neto
In ‘Cabral – Antologia Poética’,
ed. Sabiá, Rio, 1967, p252



*‘Poeira de Cantor’
é uma fórmula matemática da geometria fractal



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MJ Eloy I

Posted by Hello
MJ Eloy


Impressões da Mauritânia



Na paisagem é seca a tripa

e a boca não tem saliva.

nem mesmo há a mucosidade

do suor, da sombra, da árvore.



Nem o mar é de água: é de zinco,

tecto ondulado, estendido

até o além-olho, no areal

de um país praia integral.



Não há a água muda da poça,

a sílaba úmida da gota;

e só no azul-mar dos mantos

há a ilusão de água e de brando:



que o azul-céu é de um minério

igual aos do cobre e ferro

dos fundos veios, à chave,

sob oásis de azinhavre.


João Cabral de Melo Neto





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QUALQUER ZAROLHO EM TERRA DE CEGOS É REI!:-> ...OU GÉNIO!:-> ...OU DEUS!!!:->

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01/06/05

Para quem gosta de "dias de"...convinha meditar...


Criança... Posted by Hello

Declaração dos Direitos da Criança

Adoptada pela Assembleia das Nações Unidas de 20 de Novembro de 1959

PREÂMBULO


Considerando que os povos da Nações Unidas, na Carta, reafirmaram sua fé nos direitos humanos fundamentais, na dignidade e no valor do ser humano, e resolveram promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla,

Considerando que as Nações Unidas, na Declaracão Universal dos Direitos Humanos, proclamaram que todo homem tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades nela estabelecidos, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição,

Considerando que a criança, em decorrência de sua imaturidade física e mental, precisa de proteção e cuidados especiais, inclusive proteção legal apropriada, antes e depois do nascimento,

Considerando que a necessidade de tal proteção foi enunciada na Declaração dos Direitos da Criança em Genebra, de 1924, e reconhecida na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos estatutos das agências especializadas e organizações internacionais interessadas no bem-estar da criança,

Considerando que a humanidade deve à criança o melhor de seus esforços,

A ASSEMBLEIA GERAL

PROCLAMA esta Declaração dos Direitos da Criança, visando que a criança tenha uma infância feliz e possa gozar, em seu próprio benefício e no da sociedade, os direitos e as liberdades aqui enunciados e apela a que os pais, os homens e as melhores em sua qualidade de indivíduos, e as organizações voluntárias, as autoridades locais e os Governos nacionais reconheçam este direitos e se empenhem pela sua observância mediante medidas legislativas e de outra natureza, progressivamente instituídas, de conformidade com os seguintes princípios:

PRINCÍPIO 1º

A criança gozará todos os direitos enunciados nesta Declaração. Todas as crianças, absolutamente sem qualquer exceção, serão credoras destes direitos, sem distinção ou discriminação por motivo de de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição, quer sua ou de sua família.

PRINCÍPIO 2º

A criança gozará proteção social e ser-lhe-ão proporcionadas oportunidade e facilidades, por lei e por outros meios, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. Na instituição das leis visando este objetivo levar-se-ão em conta sobretudo, os melhores interesses da criança.

PRINCÍPIO 3º

Desde o nascimento, toda criança terá direito a um nome e a uma nacionalidade.

PRINCÍPIO 4º

A criança gozará os benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e criar-se com saúde; para isto, tanto à criança como à mãe, serão proporcionados cuidados e proteção especiais, inclusive adequados cuidados pré e pós-natais. A criança terá direito a alimentação, recreação e assistência médica adequadas.

PRINCÍPIO 5º

À criança incapacitada física, mental ou socialmente serão proporcionados o tratamento, a educação e os cuidados especiais exigidos pela sua condição peculiar.

PRINCÍPIO 6º

Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão. Criar-se-à, sempre que possível, aos cuidados e sob a responsabilidade dos pais e, em qualquer hipótese, num ambiente de afeto e de segurança moral e material, salvo circunstâncias excepcionais, a criança da tenra idade não será apartada da mãe. À sociedade e às autoridades públicas caberá a obrigação de propiciar cuidados especiais às crianças sem família e aquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

PRINCÍPIO 7º

A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário.

Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade.

Os melhores interesses da criança serão a diretriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.

A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.

PRINCÍPIO 8º

A criança figurará, em quaisquer circunstâncias, entre os primeiros a receber proteção e socorro.

PRINCÍPIO 9º

A criança gozará proteção contra quaisquer formas de negligência, crueldade e exploração. Não será jamais objeto de tráfico, sob qualquer forma.

Não será permitido à criança empregar-se antes da idade mínima conveniente; de nenhuma forma será levada a ou ser-lhe-á permitido empenhar-se em qualquer ocupação ou emprego que lhe prejudique a saúde ou a educação ou que interfira em seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

PRINCÍPIO 10º

A criança gozará proteção contra atos que possam suscitar discriminação racial, religiosa ou de qualquer outra natureza. Criar-se-á num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal e em plena consciência que seu esforço e aptidão devem ser postos a serviço de seus semelhantes.

Fonte de Consulta

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(Magritte)/"Quando abarcarmos esses mundos e o conhecimento e o prazer que encerram, estaremos finalmente fartos e satisfeitos?",WW