SULturas//Mario Sa-Carneiro
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(...)
Que droga foi a que me inoculei?
Ópio de inferno em vez de paraíso?...
Que sortilégio a mim próprio lancei?
Como é que em dor genial eu me eternizo?
(...)
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Que droga foi a que me inoculei?
Ópio de inferno em vez de paraíso?...
Que sortilégio a mim próprio lancei?
Como é que em dor genial eu me eternizo?
(...)
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2 comentários:
amiguinha virtual, o ópio é doce, tão doce como as palavras que deixamos marcadas nos corpo da noite.
"Não era a esta a liberdade lisérgica que te estava prometida"
- A.L.C.
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